Celulares – Mudanças de acordo com as exigências dos consumidores



  

Transitar pelas ruas possibilita ao ser humano comparar distintas realidades das suas, em particular. Um carro importado, por exemplo, remete imediatamente à ideia de que seu possuidor tem boa remuneração mensal, situação contrária à vivenciada por outra pessoa que percorre avenidas e estradas municiado de veículo com grande emissão de poluentes, caindo aos pedaços, grosso modo.

A comparação, porém, não se restringe a esse setor. Outro segmento em que se é possível observar discrepâncias é o de telefonia móvel. O mercado brasileiro, um dos maiores do mundo, apresenta desde modelos simples, com poucas funções, até outros com câmera digital de vários megapixels, acesso à rede Wi-Fi, entre outras características.

No final da década de 1990 os celulares eram pequenos, mas aos poucos aumentaram de tamanho. No transcorrer dos anos seguintes os aparelhos sofreram modificações, agregando não apenas novo visual, mas também funcionalidades intrínsecas às exigências do mundo cada vez mais conectado à rede mundial de computadores.





Para David Reck, diretor da agência de comunicação digital Enkem, a constante alteração de comportamento das pessoas tem exigido a incorporação de funções observadas em computadores, nos aparelhos móveis. Geralmente, o ato de ter um celular está ligado ao status social para as classes mais elevadas e para as mais baixas, diferentemente, espécie de patrimônio, pois a essas ainda não há espaço, no orçamento, para imóveis e carros.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: UOL



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