Motorola Moto G – Smartphone intermediário que se aproxima dos tops de linha



  

No início da era dos smartphones era impossível pensar em um aparelho com Android barato que se aproximasse da funcionalidade dos top de linha. Porém, no ano de 2013, os chamados intermediários chegaram para diminuir o abismo até então existente. Talvez o melhor exemplo disso seja o Moto G da Motorola.

O Moto G tem preço bastante razoável (a partir de R$ 600), além de uma configuração que não deixa a desejar.

O aparelho possui tela com dimensões bem confortáveis para o uso, sendo em IPS LCD de 4,5 polegadas com resolução HD. Seu sistema e aplicativos se aproximam muito do Android transformando-o em um exemplo de custo/benefício. Ele é um aparelho de dois chips que possuem uma função específica para facilitar o gerenciamento dos SIM. O que falta neste smartphone é um slot para cartão de memória, além de não possuir a tecnologia 4G. A câmera também se encontra bem abaixo do que se espera de um Motorola. Ela até cumpre sua função em ambiente externo e bem iluminado, mas se for o contrário, não adianta esperar muita coisa. Usar o zoom não é recomendável e seu flash não traz a iluminação proposta.

O Moto G traz poucos aplicativos em sua memória, o que deixa o usuário à vontade para montar o aparelho a sua semelhança.

O smartphone pode ser encontrado com 8GB ou 16GB. Mas se você for fã de jogos pesados ou fizer muitos downloads, esqueça o de 8GB. A bateria do aparelho mantém a carga por um bom tempo, ou seja, em configurações normais dura em torno de 28 horas. Mas se levar ele ao mínimo pode durar até 40 horas.





Os concorrentes têm motivos para seu preocupar com este modelo da Motorola. Ele nivela por cima o mercado de intermediários se aproximando dos top de linha, com preço bem baixo em relação a sua funcionalidade. Alguns o chamam de Nexus, porém, barato.

Por Natália Mayrink De Lazzari

Motorola Moto G

Foto: Divulgação



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