Recursos antirroubo estarão mais presentes em smartphones



  

Com a tecnologia atual, não existem mais motivos para para perdermos o controle de nossos aparelhos. Embora nenhuma tecnologia possa impedir a atuação de ladrões e meliantes, é fato que alguns apps atuais dão uma mãozinha extra na hora de ajudar a recuperar um smartphone, tablet ou notebook perdido ou roubado.

O sucesso desses aplicativos tem sido tão grande que cada vez mais companhias estão interessadas em incluir proteções extras que auxiliem o usuário na recuperação. Além disso, a possibilidade de controlar alguns recursos do smartphone à distância é um grande diferencial, já que um bloqueio total acaba por desestimular o roubo, uma vez que o ladrão fica impedido de vender ou utilizar o aparelho.

Esses aplicativos aliados à tecnologias de biometria atuais como os leitores de impressões digitais são essenciais para reduzir o número cada vez maior de furtos de aparelhos eletrônicos, principalmente no Brasil.

De acordo com um tratado assinado entre as principais operadoras americanas, além de grandes companhias como Google, Apple, Samsung, HTC, Huawei, Nokia, Microsoft e Motorola, os aparelhos produzidos a partir da metade de 2015 já deverão contar com uma série de recursos nativos que impedem a utilização dos aparelhos por ladrões, caso sejam roubados.

Nos EUA,vários estados já cobram das operadoras de telefonia mais comprometimento com a segurança dos aparelhos. As medidas de proteção contra roubo devem variar bastante de acordo com o modelo do aparelho, entretanto, recursos que permitam o usuário bloquear e limpar o aparelho à distância devem estar presentes na maioria dos smartphones.





Caso a investida tenha sucesso, será possível observar uma redução no interesse de ladrões por smartphones, que ficarão impossibilitados de revender os aparelhos roubados. No Brasil, o roubo e furto de smartphones já representa uma parcela significativa do total de assaltos. Com a medida, estima-se que esse número possa ser reduzido, já que o aparelho se tornaria inútil.

Por Ebenezer Carvalho

Foto: divulgação



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