Moto E com TV Digital e entrada para 2 chips



  

A Motorola tem investido pesado para retomar a liderança no mercado de smartphones. Após o lançamento do Moto G, que foi considerado um dos smartphones mais vendidos da companhia, o Moto E chega para conquistar o mercado de aparelhos de baixo custo.

Com um hardware superior à maioria dos smartphones de entrada, ele sem dúvida pode se tornar um campeão nas vendas, graças ao custo benefício que apresenta ao consumidor. No Brasil ele foi apresentado em duas versões diferentes para agradar a todos os tipos de consumidores; há uma versão com entrada para dois cartões SIM e TV digital vendida por R$ 599 e uma versão mais simples, sem a TV que sai ao custo de R$ 529.

O aparelho conta com uma tela de 4,3 polegadas, 1GB de memória RAM e última versão do Android instalada já com uma atualização garantida para a próxima. Além disso, o Moto E possui um processador Snapdragon S200 com dois núcleos de 1,2GHz e armazenamento interno de 4GB com expansão via cartão de memória. Talvez, um dos maiores diferenciais do modelo seja a sua capacidade total de RAM, já que a maioria dos smartphones de entrada possui apenas 512MB no máximo.

Entretanto, alguns críticos especializados em tecnologia afirmam que com apenas 50 dólares a mais é possível adquirir o Moto G, versão intermediária da linha, que possui uma tela levemente maior, bem como maior armazenamento interno e processador mais potente. Isso pode até ser uma verdade, mas o Moto E, também possui suas cartas na manga, principalmente para agradar o consumidor de países emergentes como é o caso do Brasil e da Índia.

Não só o valor mais barato é um chamariz, mas também o fato de possuir a tão desejada TV Digital e entrada para dois cartões SIM. Por melhor que seja o Moto G, apenas esses dois critérios são mais que suficientes para atrair o consumidor que ainda não teve nenhum contato com smartphone de verdade. É bom lembrar também que o Moto E vem de fábrica com o Android 4.4.2 e possui uma atualização garantida para a próxima versão, seja ela a 4.4.3 ou até mesmo a 4.5, já o Moto G ainda funciona com a antiga Jelly Bean.





De qualquer forma, quem decide o quanto está disponível a gastar é o usuário, que só tem a ganhar com o surgimento de uma versão mais amigável ao bolso, que ganha de longe a concorrência com outros modelos da mesma categoria.

Por Ebenezer Carvalho

Moto E

Foto: Divulgação



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