Empresa de Israel cria carregador de celular ultrarrápido



  

Com o desenvolvimento de diversas tecnologias relacionadas a telas e materiais novos para smartphones, as baterias não tiveram grande avanço, ou seja, elas duram pouco e demoram uma eternidade para serem recarregadas.

Essa realidade já mudou um pouco em relação ao tempo de duração de uma carga completa, com aplicativos e sistemas operacionais otimizados para economizarem energia nos aparelhos. Porém, quando o smartphone é usado intensamente, não há solução a não ser recarregar!

Pensando nisso, a empresa israelense Storedot desenvolveu um novo modo de recarregar bateria de celular que é capaz da dar uma carga completa em uma bateria de 2000 mAh em apenas 3 minutos.

A empresa, que recebe investimentos da Samsung, demonstrou a nova tecnologia em um celular Samsung modificado, já que as baterias comuns encontradas em aparelhos no mercado não são capazes de receber tanta carga em tão pouco tempo, tendo o risco de explodirem.

A corrente necessária para recarregar a bateria pode chegar a 40 A, o que é um valor altíssimo em relação aos 2 A que normalmente são submetidas as baterias da marca do smartphone. Neste caso, a bateria utilizada é feita de um polímero especial e o carregador também é muito mais potente.

Porém, mesmo com investimentos vindos da Samsung, a empresa fabricante da bateria já chamou a atenção de mais de 15 empresas interessadas na tecnologia.





Esse novo modo de recarregar tão rapidamente resolveria muito o problema do consumo rápido da bateria, já que, mesmo acabando relativamente rápida a carga, recarregar seria muito mais rápido.

A Storedot acredita que no ano que vem já será possível encontrar smartphones no mercado com esse tipo de bateria inclusa. Além disso, a empresa já trabalha em outro projeto que promete carregar rapidamente também baterias de maior capacidade.

Vale lembrar que, por ser muito recente a tecnologia, ainda não há informações a respeito de possíveis danos às baterias ao longo do tempo. Para isso, diversos testes precisam ser realizados, de forma que uma melhoria não cause um problema em outro setor.

Por Rannier Ferreira Mendes

Foto: FINBARR O'REILLY / REUTERS



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