Shazam entra no mercado de distribuição de músicas



  

Por meio do aplicativo o usuário é convidado para ouvir músicas que jamais ouviu, justamente por ainda não terem sido lançadas.

O Shazam é um dos aplicativos mais utilizados no sistema Android, por se tratar de um serviço que identifica o nome da música que está tocando onde você está, o que certamente ajuda muita gente a descobrir ou até mesmo se lembrar do nome daquela música que você gosta/gostou tanto, mas não sabe ou simplesmente não se lembra do nome.

O aplicativo é utilizado principalmente pelo público mais jovem, mais presente em festas e baladas, onde se toca muita música e na maior parte das vezes, o usuário sequer sabe o nome ou já ouviu uma das músicas que acabou por lhe agradar.

Agora, o Shazam, depois de ter trazido a realidade aumentada para os membros do aplicativo, além de ter criado um sistema de leitor de códigos QR Code que mostra fatos curiosos sobre alguns produtos, está entrando no mercado de ''distribuição de música''.

A informação é do The Wall Street Journal, que diz que a novidade irá fazer com que o usuário seja convidado para ouvir músicas que jamais ouviu, justamente por ainda não terem sido lançadas. A novidade é uma forma de muitos artistas acabarem se promovendo pelo aplicativo, já que em questões de fama, sem pensar muito no dinheiro, essa parece ser a opção mais interessante para lançar sua música e logo de cara, já ganhar um ''up'' no número de fãs.





A novidade está sendo feita em parceria com a Mick Management, e a RCA Records da asiática Sony, que aliás, enviaram pelo correio 500 cartões postais para os usuários que gostam do cantor do gênero folk, Ray LaMontagne, o qual o novo álbum será lançado apenas no dia 4 de março deste ano. Para ter acesso, basta que o usuário mire a câmera do seu smartphone para o código QR do cartão e com o app do Shazam em execução.

A expectativa da empresa é que muitos músicos se interessem por esse novo modelo de distribuição de música, não somente artistas mais famosos como de médio porte, visto que, hoje, grande parte dos cantores acaba por lucrar até mesmo mais com opções como essa, do que com a venda de discos, extremamente prejudicada pela pirataria na Internet.

Por Isis Genari

Shazam

Foto: Divulgação



Quer deixar um comentário?

Seu e-mail não será publicado. Campos obrigatórios estão marcados *