Companhia investe cada vez mais para propor melhorias aos anunciantes

Na última terça-feira, dia 24, o Google anunciou que estará promovendo novas modificações para seus produtos tais como a famosa ferramenta de busca da empresa e o aplicativo Google Maps. As modificações que serão implementadas tem o claro objetivo de proporcionar mais espaço para a publicidade.

Quando se trata de publicidade, o Google tem buscado ultimamente saídas para a situação. Um claro exemplo são os investimentos feitos relacionados aos seus produtos tais como naqueles voltados para os smartphones.

De acordo com as informações divulgadas pelo grupo em seu site oficial as tão faladas alterações devem acontecer no mais tardar até o final de 2016.

Além disso, o Google tem se empenhado (e muito) na questão de ajudar os anunciantes a chegarem cada vez mais perto dos consumidores que buscam por lojas físicas. Busca esta que é feita geralmente por meio de publicidade local que são veiculadas no Google Maps ou no Google.com.

Essas modificações irão implicar diretamente em aspectos importantes tais como dar uma melhor prioridade a publicidade de negócios que ficam próximos ao local onde o consumidor se encontra.

O Google também afirmou que deverá fazer uma série de experimentações que envolvem novos formatos de publicidade para o Google Maps. Inicialmente a ideia é que elas apareçam como se fossem pequenos marcadores indicando locais como restaurantes, cafés e hotéis no caminho.

E tem mais modificações por vir. A empresa informou que está trabalhando em alterações para o Google Adwords que, por sua vez, é o sistema que gera publicidade ligadas às buscas que os usuários fazem no Google.

Os novos formatos deverão oferecer mais espaço para as propagandas. Isso, claro, com o objetivo de fazer com que as mais variadas informações possam ser passadas aos usuários antes mesmos que eles “cliquem” para não vê-las.

E nesse meio termo temos os números apresentados. Para se ter ideia da “dinheirama” que o Google ganha com publicidade basta ressaltarmos o fato de que foram 18 bilhões de dólares no setor apenas durante o primeiro trimestre de 2015. Basicamente isso marca um crescimento anual na faixa de 16%.

Vale lembrar também que o Google vem inovando na questão da publicidade. Um dos primeiros alvos foi o Youtube que teve o tempo de duração da publicidade reduzida e a não permissão para que o usuário “pulasse a mesma”.

Por Denisson Soares


Empresa aumentará a segurança para dificultar a entrada de possíveis vírus e malwares na Play Store.

O Android vem sofrendo nos últimos tempos com um número cada vez maior de vírus, ainda mais poderosos e que atingem usuários em massa, chegando até mesmo a ''sequestrar'' o dispositivo do usuário, o obrigando a pagar uma quantia em dinheiro para poder voltar a usar o dispositivo novamente. Agora, a Google tenta reverter esse quadro investindo em uma nova tendência para a segurança de sua loja de aplicativos do Android.

Para falarmos da nova tecnologia de segurança que será utilizada na Play Store, precisamos falar antes de como funciona o sistema de segurança da Play Store atualmente. Hoje, os aplicativos que querem entrar na rede de aplicativos do Android, passam pelo chamado ''Google Play Security Improvement Program'', que é basicamente a revisão de segurança que a Google faz em cada app antes do mesmo entrar na Play Store, analisando todo o código do aplicativo em busca de possíveis vírus e malwares. É por meio desse processo, que quando você vai instalar um app em seu smartphone, recebe uma janela com as permissões pedidas pelo app para poder funcionar em seu dispositivo.

Quando um aplicativo acaba por ser detectando como um portador de um possível vírus ou é contatado com uma brecha de segurança, o desenvolvedor do app é notificado e deve resolver o problema para enviar seu app de volta a Play Store, fazendo com que todos os apps, se necessário, passem por novas verificações de segurança.

Entretanto, o sistema de segurança não vinha sendo forte o suficiente para evitar que malwares estivessem presentes na Play Store. Com um número de apps infectados com alguma brecha de segurança cada vez maior, a Google resolveu aumentar o esquema de segurança na sua loja de aplicativos.

A partir de agora, uma ferramenta de sandbox será totalmente incorporada na API de segurança da Play Store, isolando o aplicativo totalmente, fazendo com que o mesmo não seja capaz de interferir no sistema do dispositivo, não conseguindo permissões além das requeridas ou até mesmo indo além.

A Google também enviou um relatório de como prevenir possíveis brechas de segurança aos desenvolvedores, na tentativa de reduzir o número de aplicativos infectados com malwares na Play Store.

Maria Luiza Mazzo


Nova versão do app permite excluir histórico de navegação.

O Android N, que já passa por uma fase de testes com desenvolvedores para possivelmente ser lançado no final deste ano para todos os usuários trazendo ao que tudo indica uma verdadeira revolução no sistema Android, possuía em seus testes alguns apps já existentes em versões anteriores do Android, porém, recheados de novidades, entre eles o Chrome, que agora está liberando algumas dessas novidades para seus usuários.

A atualização do chamado ''Chrome 50'' foi liberada para os usuários do Android na quarta-feira, 27, trazendo novidades presentes na versão de testes do Android N. Na atualização, temos como foco dado pela Google melhorias na performance e desempenho do app, bem como correção de erros e bugs no aplicativo, entretanto, também há novas funcionalidades no app com o Chrome 50.

Entre as novidades que devem agradar e muito os usuários, visto que essas funções já eram existentes na versão de desktop do aplicativo, temos a possibilidade de selecionar o período de tempo para excluir informações de nosso histórico, ainda incluindo uma nova funcionalidade também presente nos desktops, a possibilidade de excluir os cookies, caches e senha, bem como demais dados armazenados pelo navegador da Google. O usuário pode optar entre excluir arquivos do último mês, semana, dia, hora ou simplesmente apagar absolutamente todos os dados do app.

Outra novidade bastante interessante para os usuários e também já presente nas versões de desktops, é a possibilidade de pausar o download de arquivos no navegador, podendo retomá-los logo depois quando o usuário desejar, emitindo notificações para o usuário por meio do painel de notificações a respeito dos downloads no Chrome 50.

Embora ambas as funções sejam extremamente úteis e mais do que desejáveis pelos usuários, por enquanto temos disponível no Chrome 50 para os usuários do Android apenas a opção de limpar o históricos por data, hora, semana, mês, etc. A opção de paralisar downloads, deve ser disponibilizada em breve para os usuários do aplicativo.

Recentemente o Chrome atingiu o número de 1 bilhão de usuários ao redor do mundo todo e a atualização, embora com apenas uma das funções tão desejadas pelos usuários, não deixa de ser um presente para o usuário que é quem realmente faz o app atingir tais níveis.

Murilo Couto


Mudança ocorre devido a uma correção realizada pelo Google.

O Android N acabou por ser liberado antes do esperado pela Google, em uma build para os desenvolvedores do sistema da empresa, o que é claro, possibilitou que usuários comuns também conseguissem instalar a futura nova versão do Android em seu sistema. Entre as mudanças percebidas, uma delas deve agradar muito os usuários, já que a mesma irá deixar seu dispositivo mais rápido do que ele é atualmente.

A novidade, na verdade, trata-se de uma correção a mudança feita no Android Lollipop que alterou a máquina virtual de Dalvik para ART, na expectativa da mudança acabar deixando o sistema mais rápido, porém, o problema é que quando o dispositivo é atualizado ou simplesmente uma limpeza de cache é feita no sistema, todos os aplicativos necessitam ser recompilados, o que não irá acontecer mais a partir do lançamento do Android N.

A otimização pode ter sido resultado da troca do Oracle da Java pelo OpenJDK, no sistema, o que pode ter gerado uma otimização maior, já que praticamente todos os usuários que tiveram acesso ao Android N garantiram que com ele o sistema fica consideravelmente mais rápido do que antes de instalarem a nova versão do sistema do robozinho verde, diminuindo o tempo para ações como a recompilação dos aplicativos.

Para se ter uma ideia da possível otimização do sistema, ao instalar aplicativos a instalação é feita de maneira muito mais rápida do que o normal, apenas alguns segundos após os aplicativos terem sido baixados, o que possivelmente foi causada pelo fato de que no Android N o sistema não precisará mais otimizar todo o código dos seus apps ao ser inserido na memória do seu smartphone.

Outra excelente novidade é que a partir de agora, as atualizações do sistema e também a atualização mensal do pacote de segurança não demorarão mais como atualmente, mostrando o quanto a Google vem trabalhando para que o Android seja tão otimizado quanto o iOS, considerado referência hoje no assunto otimização.

A expectativa por enquanto fica para quando o sistema será lançado (o que ainda deve demorar um pouco) e quais dispositivos serão os primeiros a serem lançados com o novo sistema, ao menos por enquanto, os rumores apontam para um possível novo Nexus feito pela HTC.

Por João Trajano


Pesquisa revelou que usuários do Android estão migrando para aparelhos com iOS.

Ao que tudo indica, a Apple deve estar extremamente contente com os resultados alcançados recentemente com o iOS, por meio do seu novo Smartphone, o iPhone 6s. Por que? Uma pesquisa divulgada nesta semana pelo Consumer Intelligence Research Partners (CIRP) mostrou que nunca tantos usuários do sistema operacional Android optaram por comprar um smartphone com sistema operacional iOS instalado.

Segundo a pesquisa do instituo norte-americano, um dos motivadores dos donos de Android comprarem um iOS, é a versão Plus dos celulares da Apple, que possuem uma tela maior. Por outro lado, a versão Plus sai mais cara, o que é ótimo para Apple, que acaba por conseguir um lucro maior. Estima-se que no ano anterior, a versão Plus foi escolhida por 25% dos consumidores, enquanto neste ano, a escolha pela versão com tela maior, foi de 37% dos consumidores, uma alta de 12%.

A pesquisa mostra que 26% daqueles consumidores que compraram o iPhone 6s no mês de seu lançamento, já possuem um dispositivo Android, número superior ao de versões anteriores, como no lançamento do iPhone 6, onde 12% eram usuários Android (14% de aumento) e no caso do iPhone 5s, onde 23% possuíam um aparelho Android em casa (aumento de 3%).

Segundo Mike Levin, que é um dos fundadores da Consumer Intelligence Research Partners, essa pesquisa mostra uma tendência, que é a opção dos consumidores por aparelhos com o iOS, num período de longo prazo, em detrimento dos aparelhos Android.

A dúvida que fica é como esses dados seriam, ou são, no Brasil, onde os preços dos produtos da Apple são altíssimo e limitados a poucas pessoas com reais condições de comprar, e alguns que arriscam tudo para ter um aparelho da marca.

Por outro lado, o fato da maior parte dos consumidores do iPhone estar nos Estados Unidos e Europa, comprar um iOS tendo um Android, não pode ser classificado logo de cara como uma troca, visto que nesses países, é comum encontrar pessoas com smartphones dos dois sistemas operacionais que dominam o mercado atualmente.

Por Gabriel Mazzo

Android e iOS





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