Estudo revelou que luz azul presente na tela dos smartphones pode prejudicar o sono.

Uma pesquisa feita recentemente pelo Dr. Paul Gringas, um dos responsáveis de um Hospital para Crianças, em Londres, Inglaterra, indicou que, uma luz azul presente na tela dos smartphones pode prejudicar o sono.

O estudo comandado por Gringas indica que a luz azul emitida por esses aparelhos celulares é ótima para o dia, porém, quando se está na faixa da noite, ela diminui a produção de melatonina, o hormônio responsável por cuidar e regular do seu sono, do seu ciclo biológico.

Atualmente, existem aplicativos disponíveis tanto no IOS como no Android, para supostamente reduzir a incidência dessa luz. O problema é que, tais aplicativos, não diminuem a incidência dessa luz, apenas fazem com que a tela fique com uma cor mais escura, mais fria, para talvez, acabar ajudando no processo do sono.

A própria Google, que desenvolve o sistema operacional Android, acabou por lançar no novo Android 6.0 uma opção para reduzir essa luz azul, porém, assim como no caso dos aplicativos, o que acontece é que, esse aplicativo, essa função, no caso da nova atualização do Android, não acaba com a luz azul, apenas de certa forma filtra, cria uma cor, pouco mais escura na tela do usuário, porém, não resolve a questão.

Os distúrbios do sono vêm se tornando cada vez mais comuns entre jovens e adultos, que passam horas na frente de seus celulares e tablets. Talvez seja este um dos motivos para tantos problemas com o sono.

Os especialistas que comandaram a pesquisa, junto de Paul Gringas, defendem que os celulares deveriam contar com uma espécie de ''modo sono'', onde a incidência da luz azul seria bem menor, ou zero, no caso de fabricar novos celulares sem tal luz, para não prejudicar o sono dos usuários enquanto passam horas a fio navegando na web pela tela de seu smart/tablet.

Na pesquisa, voluntários foram submetidos a um teste onde utilizavam um óculos que fazia exatamente essa função, e o resultado foi positivo, comprovando a veracidade da pesquisa.

Por Gabriel Mazzo

Luz dos smartphones

Foto: Divulgação





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