Apple prevê queda nas vendas do iPhone no segundo trimestre deste ano.

Mesmo com as recentes boas notícias de que o iPhone teria quebrado seu recorde de vendas, recentemente, pela primeira vez na história, as vendas do iPhone devem sofrer uma queda, segundo o próprio CEO Tim Cook, no segundo trimestre deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado.

Isso deverá se confirmar, caso, nos próximos 3 meses, a Apple não consiga vender mais de 61,2 milhões, o que deve realmente acontecer, após um período de boa alta no mercado.

Um dos possíveis causadores dessa queda de vendas, seria a alta do dólar americano, que vem se fortalecendo nos últimos tempos, visto que cerca de 66% das vendas de iPhones ocorrem fora do mercado norte-americano.

No Brasil, por exemplo, onde o preço dos iPhones já era alto, com a valorização do dólar, junto do desprestígio do Real, da alta inflação e da crise que o país enfrenta, os produtos da Maçã vêm chegando com preços cada vez mais elevados. Hoje, é possível encontrar Macbooks por mais de 20 mil reais. O cenário se repete também em outros países, visto que mesmo para os padrões americanos, os produtos da Apple têm preços considerados altos.

A previsão para o segundo trimestre de 2016, é que a empresa consiga um valor entre 50 e 53 bilhões de lucro com as vendas de iPhone, menor do que os 58 bilhões do primeiro trimestre. A queda representa uma ruptura na alta que a empresa vinha há 13 anos, desde 2003.

A queda, porém, já era prevista por analistas, até mesmo porque o crescimento no primeiro trimestre fiscal do ano de 2016, já foi o mais lento desde o ano de 2007.

Além do iPhone, o crescimento da Apple como um todo, vem desacelerando, inclusive, a tendência é que em breve, o Google tome o lugar de empresa mais valiosa do mundo da Maçã.

Por Isis Genari

iPhone

Foto: Divulgação


Nova pulseira inteligente será lançada no Brasil no início de novembro e terá o preço sugerido de R$ 95,00.

A empresa chinesa Xiaomi anunciou nesta semana que irá vender sua pulseira inteligente noBrasil, a Mi Band. Trata-se de um produto voltado para o bem-estar e para saúde.

A previsão é que a pulseira comece a ser vendida no início do mês de novembro. Ainda não há uma data específica devido à dependência que a empresa tem em esperar pelos órgãos reguladores no Brasil.   

Por apenas R$ 95, a pulseira chegará ao país como uma das mais acessíveis do mercado. Inicialmente, a Mi Band estará disponível apenas através aos "eventos de vendas" que a Xiaomi promove em seu site. O processo funcionará da mesma maneira que seu primeiro smartphone lançado no Brasil.  

Entre as principais funcionalidades do gadget está o monitor de qualidade do sono, que ajuda o usuário a avaliar sua quantidade de sono, além de dividir o tempo entre períodos de 'sono leve' e 'sono profundo'. Por meio deste recurso, a pulseira consegue despertar o usuário durante um período de sono mais leve. Além disso, a pulseira pode ser utilizada como equipamento fitness, contando a quantidade de passos do usuário. Ela também emite vibrações ao receber notificações no smartphone.   

A pulseira é compatível com Android e iOS. Para utilizá-la, basta baixar o aplicativo Mi Fit no smartphones para ter consigo todas as informações colhidas pela Mi Band. Através do aplicativo é possível configurar as diversas funções existentes na pulseira. O smartphone se comunica com a Mi Band através da conexão Bluetooth. 

A Mi Band tem uma pulseira de silicone em várias opções de cores. Já o monitor é feito de alumínio, bastante resistente. De acordo com a Xiaomi, a autonomia da bateria do gadget é de 30 dias de uso contínuo, o que é excelente para não se preocupar em carregá-la cotidianamente. Ela também possui certificação IP67 de impermeabilidade.   

Certamente, será uma ótima alternativa para os que pretender realizar um baixo investimento para monitorar suas atividades diárias.

Por William Nascimento

Xiaomi Mi Band

Xiaomi Mi Band

Fotos: Divulgação





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