A Anatel – Agência Nacional das Telecomunicações – já homologou e autorizou a venda no Brasil do primeiro smartphone da chinesa Xiaomi, que já recebeu o apelido de "Apple da China", devido a semelhança entre seus aparelhos e os da empresa de Steve Jobs.

Trata-se do Redmi Note 4G, que provavelmente será o primeiro smartphone da companhia a chegar ao mercado brasileiro.

O certificado de homologação é um documento necessário que atesta os aparelhos para que estes fiquem de acordo com os parâmetros e as regras da agência. Apenas com ele, um produto de rádio conferência, como celulares, podem ser comercializados no país.

De acordo com o certificado de homologação expedido pela Anatel, somente os modelos importados serão vendidos aqui. O Redmi Note 4G será fabricado em na unidade fabril de Pequim, na China. Suas configurações não são nada modestas, principalmente pelo valor cobrado no país de origem. No mercado asiático seu valor é de 999 yuans, o que equivale a R$ 370.

O Redmi conta com um processador Snapdragon Quadcore, além da capacidade de armazenamento interno de 8 GB e memória RAM de 2 GB. A tela de 5,5 polegadas oferece uma resolução de 1280×720 pixels. Ele possui duas câmeras, sendo a principal de 13 Megapixels e a frontal de 5 MP. Ele vem equipado com uma versão modificada do Android 4.4 KitKat com aparência parecida com a do iOS, da Apple.

A companhia, desde o segundo trimestre de 2014, é a que mais vende aparelhos celulares na China, de acordo com a consultoria Canalys. A Xiaomi ultrapassou até mesmo a sul-coreana Samsung. Só entre os meses de abril e junho ela comercializou mais de 15 milhões de celulares.

Já existe um escritório da empresa no Brasil em São Paulo. Vale lembrar que o avanço da Xiaomi é de responsabilidade de um brasileiro. Hugo Barra é ex-funcionário do Google e hoje é vice-presidente da divisão internacional da Xiaomi. Ela é conhecida pelos aparelhos baratos e de bom desempenho.

Por Ana Rosa Martins Rocha

Foto: divulgação


No dia 5 de dezembro as prestadoras juntamente com a Anatel irão assinar (finalmente) o contrato para a exploração do 4G no país. Participaram do leilão as prestadoras Algar Telecom, Vivo, TIM e Claro e vão pagar ao governo pouco mais de R$ 4,9 bilhões dessas quatro prestadoras. O valor poderia ser maior se a Oi tivesse participado do leilão que ocorreu em setembro deste ano e se as empresas optassem pelo uso da faixa de 1,8 GHz.

A decisão vai ficar para o dia 1º de dezembro, conforme afirmado pelo superintendente de Regulação, Alexandre Bicalho. Ele também afirmou que embora não haja um comunicado oficial do Tribunal de Contas da União (TCU) quanto à conclusão da análise do edital, as expectativas são as melhores. O comunicado é esperado tanto pela Agência quanto pelas as prestadoras.

Em tempos de crise, os quase R$ 5 bilhões irão reforçar os cofres públicos, tanto que a Anatel pretende apressar a negociação. A arrecadação prevista para o leilão era de R$ 8,2 bilhões, contudo a recusa da Oi em participar da disputa diminuiu esse valor, que ainda obriga que os valores pagos para a limpeza da faixa, usada pelas empresas de TV a cabo, seja distribuída entre as operadoras.

Ao todo, os valores oferecidos por elas chegaram a total R$ 5,85 bilhões. Desse valor são descontados R$ 930 milhões pela ausência da Oi. Dessa forma, o valor que o governo irá arrecadar será menor que R$ 5 bilhões. Valores que serão depositados ainda este ano e em sua totalidade. A Agência até permitiu o que o montante fosse parcelado, sendo necessário o pagamento de somente 10% do valor total, contudo os juros farão com que as teles paguem à vista. Este dinheiro é de grande ajuda para o fechamento das contas públicas de 2014 e por isso há essa mobilização da Agência para fechar tudo. 

Por Robson Quirino de Moraes

Anatel

 


A Anatel – Agência Nacional de Telecomunicações está cada vez mais rígida com a ação das prestadoras. Desde o dia 10 de novembro, os clientes das empresas de telefonia, internet e TV por assinatura terão mais transparência ao escolher uma delas. Isso porque elas deverão informar os preços dos serviços prestados e demais informações úteis aos usuários de forma simples, padronizada e gratuita. E não só é essa a novidade já que as prestadoras também terão de guardar as informações referentes a reclamações por até 3 anos, sem ônus.

Ambas as regras são parte do  Regulamento Geral de Direitos do Consumidor de Serviços de Telecomunicações (RGC) e já estão em fase de implementação. A regra que passou a valer no dia 10 estabelece a criação de uma ferramenta para a comparação de preços e ofertas oferecidas pelas empresas. Segundo a Anatel a medida foi tomada porque o consumidor tem dificuldade em escolher quais as ofertas são mais interessantes já que cobrança dos serviços de telecomunicações tem muitas variáveis.

Uma simples ligação entre operadoras pode ter preços diferentes de acordo com o local e horário, diz a Anatel. As prestadoras terão de disponibilizar de forma online ou por download as informações sobre os preços e ofertas disponíveis, as quais poderão ser usadas por quaisquer usuários para comparar preços e assim fazer a escolha mais adequada.

O registro de reclamações também será prolongado, devendo as prestadoras guardarem por até três anos as reclamações, pedidos e solicitações para depois serem fornecidas ao consumidor, sem nenhuma cobrança. E não é só isso, elas também terão de disponibilizar uma consulta online do histórico das demandas pelos os últimos seis meses. Devem estar disponíveis o protocolo de solicitação, data, horário do registro e da conclusão do atendimento, bem como a classificação, síntese e encaminhamento da solicitação. As informações deverão ser repassadas ao usuário por e-mail ou no site. 

Por Robson Quirino de Moraes

Novas regras da Anatel para as Prestadoras

Foto: Divulgação


A Anatel – Agência Nacional de Telecomunicações não aceitou o pedido das prestadoras para impugnar o edital para realização do novo leilão do 4G. Ao todo, 8 operadoras de telefonia móvel, incluindo as gigantes Claro, Oi, TIM e Vivo, entraram com recursos junto a agência, devido a diferentes motivos.

O leilão, que está marcado para o dia 30 de setembro, concederá a permissão das prestadoras de expandir a oferta de banda larga móvel 4G, mais rápida do que a atual 3G. A nova tecnologia usa a faixa de 700 MHz e é mais veloz que a atual, podendo ser até 10 vezes mais rápida do que a terceira geração.

Entre os pedidos das prestadoras, um está relacionado ao prazo dado pela agência para que os canais de TV a cabo deixem de usar a faixa de 700 MHz e os prazos que as vencedoras do leilão tem para começar a explorar e oferecer o serviço 4G.

Além desses, outros motivos, como as condições de pagamento da outorga; o teto máximo para que as empresas paguem para limpar a faixa e a legalidade de criação de uma entidade que irá acompanhar a desativação da faixa.

O principal ponto é o uso da faixa de 700 MHz que atualmente é usada para a transmissão de TV no país todo, bem antes de ser usada para a internet móvel.

O modelo que será adotado é semelhante ao de outros países que utilizam essa faixa, mas, para limpá-la, será necessário investimentos que podem chegar ultrapassar os R$ 3,6 bilhões previstos pela Anatel.Essa quantia seria dividida entre as empresas vencedoras do leilão, o que é visto com maus olhos pelas empresas.

O maior medo das empresas é que esse valor ultrapasse, e muito, o estabelecido, tornando a aquisição e exploração do 4G inviável. Empresas, como a Telefônica Brasil entraram com o pedido de impugnação do item para que seja incluso um teto. 

Por Robson Quirino de Moraes

Foto: Reuters/VEJA


Não é de se espantar que as prestadoras de telefonia fazem o que querem com os usuários. A Anatel – Agência Nacional de Telecomunicações aplicou mais de R$ 4,337 bilhões em multas referentes à má prestação dos serviços e produtos das prestadoras de telecomunicações. Contudo somente recebeu uma pequena parte dos valores devidos, pouco mais de R$ 550,5 milhões no período, valor que representa 12,69% do total devido.

Os valores estão presentes em um relatório divulgado pela própria Agência, que ainda informa que R$ 3,783 bilhões não foram pagos e R$ 2,1 bilhões não serão pagos, pois as multas estão suspensas por ordem judicial, ou seja, as empresas entraram com recurso, que não foram julgados ou foram indeferidos. Deste montante, R$ 791,3 milhões estão inscritos no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (Cadin) ou na Dívida Ativa. Ainda há mais R$ 697,8 milhões em multas, com o informativo que se não forem pagos haverá a inclusão da dívida no Cadin e do nome na Dívida Ativa. Vale ressaltar que nesses valores não foram inseridos juros e correções.

Durante esses quase 14 anos, a Anatel aplicou 41,7 mil multas contra as prestadoras de telecomunicações, contudo recebeu apenas por 24.060 autuações. O que representa 57,74% do total. Só em 2013, foram aplicados mais de R$ 1,984 bilhão, sendo este o maior número de multas e valores aplicados desde que a Telebrás foi privatizada. O crescimento dos valores cresceu 93,18% em relação aos valores de 2012 (R$ 1,027 bilhão). No relatório não há informações sobre o valor devido por cada prestadora e nem mesmo suas justificativas.

Entre os principais motivos para a aplicação das multas estão: descumprimento de metas de universalização do serviço de telefonia fixa, não cumprimento dos indicadores de qualidade dos serviços, não cumprimento de decisões da Agência, cobranças indevidas, venda casada e não ressarcimento aos clientes. 

Por Robson Quirino de Moraes


A Anatel – Agência Nacional de Telecomunicações informou que irá realizar o leilão da faixa de 700 MHz para a utilização de banda larga móvel da quarta geração, a chamada 4g. O edital será analisado pelo conselho da Anatel, mas antes poderá ser acessado em consulta pública até o dia 3 de junho.

O leilão está previsto para agosto e prevê a concessão de 3 licenças para operadores atuantes no país, aumentando a concorrência pelos lotes.

Outros leilões já foram realizados, como o da frequência de 2,5 GHz em que as quatro principais operadoras já se utilizam para oferecer o serviço de internet banda larga móvel 3G. Com a venda de apenas 3 lotes, uma das 4 grandes operadores vai ficar de fora e não poderá oferecer o serviço 4G.

Fora isso, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, afirmou que irá divulgar a outras empresas o leilão, a fim de trazer novas empresas para acirrar ainda mais a disputa pelos lotes. Segundo o ministro a entrada de uma nova prestadora no mercado nacional será benéfica aos consumidores, gerando queda nos preços e melhoria na prestação de serviços.

Conforme a proposta da Anatel, o leilão será dividido em duas fases, sendo a primeira dividida em três lotes nacionais e outros três lotes regionais, que irá permitir a outras operadoras menores também possam ter a concessão. Vale ressaltar que uma só empresa pode comprar os lotes das duas fases.

Os lotes serão oferecidos em partes um pouco maiores, de 20 MHz cada um, sendo que os pedaços maiores aumentam a capacidade da prestadora de atender os clientes. Se não houver o interesse, os pedaços serão vendidos com 10 MHz cada.

As empresas que saírem vencedoras terão direito de explorar a venda da internet 4G. Aquelas que oferecerem valores iguais ou superiores a 70% da oferta de um mesmo lote, poderão ofertar novamente, apresentando novos valores para cada lote. Agora vale saber se as prestadoras oferecerão um bom serviço. 

Por Robson Quirino de Moraes


A Agência Nacional de Telecomunicação (Anatel), lançou no dia 31 de janeiro de 2013 um novo sistema em seu site para ajudar consumidores a resolverem seus problemas com empresas do ramo de telecomunicações.

A página é de fácil navegação e conta ainda com dicas e rankings comparativos entre as empresas do ramo, assim o consumidor terá informações mais detalhadas sobre a empresa e terá conhecimento sobre as reclamações de outros clientes.

Será possível também a visualização das metas de investimento e melhoras na qualidade, impostas por cada empresa, assim, o cliente poderá acompanhar e cobrar as melhorias. “A nossa intenção é de dar ao consumidor as ferramentas que ele precisa para comparar empresas e resolver problemas", disse a superintende de relações com os consumidores, Elisa Leonel.

A nova página tem como intenção facilitar e diminuir o tempo para a resolução de problemas no setor, descongestionando também as linhas telefônicas da agência. Dados fornecidos pela Anatel, mostram que só no ano de 2013, cerca de 3,1 milhões de pessoas recorreram a central de ajuda para registrar queixas.

As principais reclamações dos clientes, seriam quanto a erros nas faturas, problemas durante as ligações entre celulares e a falta de pós atendimento das empresas. Mas agora, com o portal, o consumidor poderá se cadastrar e fazer a reclamação online em poucos minutos. A Anatel também está disposta a oferecer nos próximos meses o atendimento através de chat.

Elisa Leonel, superintendente de relações com os consumidores, disse ainda que o portal será melhorado, oferecerá em breve uma tela mais amigável e que, possivelmente em um futuro próximo, as reclamações serão feitas somente através do site.

O portal pode ser acessado através desse endereço http://www.anatel.gov.br/consumidor/. Esse é com certeza mais um passo a favor dos consumidores na guerra entre empresas de telecomunicação e clientes, até porque as reclamações por um portal são extremamente mais viáveis, sendo que a página pode ser acessada por computadores, tablets e celulare

Por Marcos Milani


Parece que ainda não foi dessa vez que a ANATEL bloqueiou os celulares “Xing-Ling”. Os proprietários desses aparelhos ainda terão alguns meses para aproveitá-los.

Logo no início, a expectativa era de que o bloqueio dos dispositivos “Xing-Ling” (vistos como aparelhos pirata pela Agência Nacional de Telecomunicação) fosse feito por volta do início do mês de março de 2014. Essa informação foi divulgada pelo Sindicato Nacional das Operadoras de Telefonia e Serviço Móvel Celular e Pessoal (Sinditelebrasil), no mês de junho do ano passado.

Os dispositivos são denominados “Xing-Ling” por serem fabricados em território chinês e não serem homologados pela ANATEL, portanto, não possuem a autorização que permite o seu funcionamento de forma legal em nosso país.

Contudo, esse bloqueio só irá entrar em vigor após a realização da Copa do Mundo de 2014, que acontecerá durante os meses de junho e julho.

Segundo o porta voz do Sindicato Nacional das Operadoras de Telefonia e Serviço Móvel Celular e Pessoal, Sérgio Kern, os aparelhos trazidos de fora do Brasil pelos turistas também seriam prejudicados se esse sistema entrasse em vigor, pois muitos celulares comercializados no Exterior não estão no catálogo de dispositivos autorizados pela ANATEL e por esse motivo não estariam autorizados a operar corretamente.

As operadoras de celular não querem que os turistas tenham problemas na comunicação enquanto visitam o país.

De acordo com o Sinditelebrasil, os aparelhos comprados fora do Brasil funcionarão normalmente, desde que exista o mesmo aparelho catalogado pela ANATEL. Por exemplo, se um iPhone for comprado nos Estados Unidos, ele funcionará perfeitamente no Brasil, visto que já é comercializado legalmente por aqui.

Porém, é preciso ressaltar que os brasileiros que gostariam de comprar smartphones excelentes como o HTC One ou o Xiaomi Mi3, já não poderiam utilizá-los após esse bloqueio, pois tanto a fabricante taiwanesa HTC, quanto a chinesa Xiaomi, não operam em território nacional e por isso não possuem a homologação da ANATEL.

Por Júnior Beluzzo


As prestadoras de telefonia têm apresentado uma gama de problemas e fazem com que os clientes recorram a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). O principal canal é o Call Center da Agência, que recebe milhares de ligações todo ano. Isso tem um custo exorbitante à Agência reguladora, que gasta aproximadamente R$ 20 milhões com o serviço, que é fruto da capacidade falha das prestadoras.

Como os clientes estão insatisfeitos com as prestadoras e não com a Anatel, a Agência estuda uma forma de repassar os custos do Call Center para as empresas, que irão arcar com os custos de manutenção do serviço.

Segundo o presidente da Anatel, João Rezende, a Agência estuda repassar os custos para as empresas, já que ele só existe por conta da incapacidade das companhias em satisfazer os clientes.

O serviço recebe reclamações e encaminha as prestadoras, que geralmente possuem 5 dias úteis para solucionar o problema. Muitas vezes o cliente não chega a buscar os tribunais por conta da ação da Anatel.

O Call Center da Anatel possui uma boa reputação entre os usuários, já que as empresas se esforçam para resolver o problema do cliente, pois os indicadores de atendimento podem ser danosos às empresas.

Vale salientar que as taxas de telefonia brasileira são as mais altas do mundo, entretanto, o serviço não condiz com os valores pagos. 

Por Robson Quirino de Moraes


A Anatel – Agência Nacional de Telecomunicações e a Oi publicaram notas em que se defendem das acusações de favorecimento quanto a diminuição nos valores das multas aplicadas pela Agência à concessionária. Há suspeitas que houve jogadas políticas para a diminuição dos valores.

Segundo a revista Veja, o deputado Vicente Cândido do PT de São Paulo procurou o conselheiro da Anatel, Marcelo Beracha, para discutir quais os valores que ele receberia para que a Oi não tivesse que pagar todo o valor de suas multas, que chega a R$ 2,1 bilhões. Porém, os valores corrigidos chegariam a R$ 21 bilhões.

A Anatel afirmou que não houve corrupção e que a agência trabalha com a ideia de usar TACs, em que as concessionárias reverteriam as multas em promessas de investimentos e melhorias na rede. Já a Oi informou que repudia qualquer método ilícito, que não possui nenhuma ligação com o deputado e que ele não possui mandato para falar em nome da empresa. 

É válido ressaltar que ano que vem haverá consulta pública para que a população opine quanto às ações das prestadoras. Será o momento da população mostrar o que pensa das teles para mudanças na renovação das concessões que ocorrem em 2015.    

Por Robson Quirino de Moraes


Quase um ano após a Anatel ter suspendido a venda de chips das prestadoras TIM, Claro e Oi, o presidente João Rezende afirmou que as punições foram determinantes para uma melhora na prestação de serviços. Segundo João, o processo foi importante para a estabilidade dos serviços e que estão acompanhando as mudanças como um sinal positivo.

Entretanto, o número crescente de reclamações junto ao Call Center da Agência mostra que não houve uma melhora significativa. Desde julho de 2012 as empresas oscilaram quanto ao número de clientes insatisfeitos. A TIM que possuía cerca de 2 mil reclamações no ano passado, já apresentou 3,5 mil reclamações em abril, quando foi feita a última aferição. A Claro passou de 1,5 mil reclamações para 2,5 mil este ano. A Oi e a Vivo também tiveram mais reclamações por conta do serviço prestado.

Contudo, o número de reclamações não significa que houve piora nos serviços e sim que a população tem maior acesso a Anatel e passou a reclamar mais das prestadoras. Por essa razão é importante avaliar a real situação das prestadoras.

A medida cautelar que suspendeu a venda de chips destas prestadoras por 11 dias representou uma melhora no serviço, contudo é necessário mais investimentos por parte das mesmas.

Por Robson Quirino de Moraes


A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) determinou que as operadoras de telefonia devem construir um sistema para identificar e bloquear os telefones não homologados no Brasil a partir de 2014 por falta de certificados.

Um ofício da Anatel para as operadoras Oi, TIM, Vivo e Claro foi enviado em janeiro deste ano para bloquearem os celulares não homologados no Brasil e possuem doze meses para cumprir esse ofício, pois serve para coibir o uso de estações móveis em celulares piratas. Esses celulares piratas adulteram o número do IMEI (International Mobile Equipment Identity) e clonam o SMP (Sistema de Pagamento Móvel).

As operadoras deverão usar as suas propagandas para conscientizar a população sobre os riscos ao usar um celular pirata. Estima-se que milhares de aparelhos estão sendo utilizados no Brasil.

O problema desta decisão contra os celulares piratas é que podem afetar os dispositivos comprados fora do Brasil como os modelos HTC e Asus que não são lançados aqui no país e os consumidores compram de revendedores de celulares importados, porém se o modelo importado não for homologado pela Anatel será considerado ilegal.

Por Mariana Rodrigues


Há pouco tempo, a Vivo recebeu uma multa da Anatel no valor de R$ 3,9 milhões devido à qualidade do seu serviço de telefonia fixa, que antes era conhecido por Telefônica.

A decisão da Anatel ocorreu depois de diversas reclamações que foram feitas pelos clientes de forma repetitiva. Conforme o órgão, a Vivo não tem cumprido o Plano Geral de Metas de Qualidade, que foi desenvolvido na tentativa de orientar as operadoras na melhoria do serviço prestado e do atendimento realizado.

Duas das principais medidas do Plano que foram infringidas, por parte da Vivo, são os reparos em residências que devem ser feitos em no máximo 24 horas (incluindo mudança de endereço) e o tempo de espera para o atendimento de no máximo 10 minutos (quando atendimento presencial) em, no mínimo, 95% dos atendimentos realizados.

Até o momento ainda não há informações sobre o posicionamento da Vivo sobre o assunto. Porém, de acordo com a Anatel, se a operadora não recorrer da decisão, a multa terá 25% de desconto, passando de R$ 3,9 milhões para R$ 2,925 milhões – um desconto de praticamente R$ 1 milhão. 

Por Guilherme Marcon


Os recentes problemas nas operadoras de telefonia no Brasil que causaram ações enérgicas da Anatel como suspensão de vendas e da oferta de serviços levou à reação de diversos órgãos.

Por isso, a Comissão de Defesa do Consumidor irá efetuar – com o auxílio do Tribunal de Contas da União – uma auditoria nestas empresas para averiguar a situação em que elas se encontram.

Esta atuação foi aprovada através da Proposta de Fiscalização e Controle 95/2012 feita pelo deputado César Halum.

Com isso, a proposta aprovada consiste em avaliações na Tim, Oi e Claro com a convocação de seus diretores para avaliar as dificuldades e deficiências destas empresas do ramo de telefonia móvel.

Agora será necessário apenas esperar a realização desta auditoria e a divulgação de seus resultados.

Por Ana Camila Neves Morais


A Anatel está controlando de forma bastante rigorosa as operadoras de telefonia e a mais nova decisão da agência reguladora consiste no regulamento de qualidade aprovado por seus técnicos.

Esta norma refere-se ao atendimento feito por estas empresas em seus serviços de call centers e de chamadas telefônicas determinando as exigências para o funcionamento dos mesmos.

Com relação aos call centers, esta funcionalidade deverá responder a pelo menos 95% das chamadas feitas pelos usuários.

Quanto às chamadas, a Anatel irá exigir dentre de 120 dias que as empresas com mais de 50 mil clientes devem completar um mínimo de 93% das ligações locais e 92% para ligações de longa distância.

Além disso, o novo regulamento para telefonia aprovado pela Anatel determina que as operadoras possam emitir faturas erradas em um limite máximo de 2,5 faturas por mil delas que forem emitidas no mês.

Por Ana Camila Neves Morais


Uma boa notícia para os brasileiros, o novo smartphone da Apple já foi homologado pela Anatel e está liberado para ser vendido no mercado nacional.

Isso fez a felicidade dos consumidores do Brasil, pois quem está com muita vontade de comprar a nova geração do iPhone pode aguardar o lançamento no mercado brasileiro muito em breve.

Entretanto, a Agência Nacional de Telecomunicações não liberou ainda todas as versões do iPhone 5, até então, somente o modelo A1428 foi liberado, que é o mesmo vendido pela AT&T nos EUA. Assim sendo, pode acontecer de os primeiros iPhones 5 que chegarem ao Brasil não serem compatíveis com 4G. Isso pode acontecer porque a frequência que será utilizada pelas operadoras nacionais é diferente da usada nos Estados Unidos.

Uma curiosidade disponibilizada com a homologação da Anatel é que o PDF liberado afirma que o iPhone 5 utilizará microSIM e não nanoSIM, mas isso pode ser apenas uma confusão na hora de traduzir o documento oficial. Além disso, outra boa notícia é que com a homologação, a Apple afirmou que pretende utilizar as fábricas da Foxconn no Brasil para produzir o novo smartphone, entretanto, não se sabe quando isso acontecerá.

Mas o que o consumidor brasileiro quer mesmo, é saber quanto custará o iPhone 5 aqui no Brasil e se o preço vai baixar com a produção “Made In Brazil”. Porém, os valores ainda não foram divulgados oficialmente.

Por Guilherme Marcon


O Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) divulgou que as tarifas das chamadas de telefone fixo para celular serão reduzidas. Os consumidores pagarão 10% menos nas ligações para celular a partir de fevereiro, embora essa medida tenha sido aprovada agora em janeiro.

O objetivo é que a telefonia fique mais acessível e a um preço mais justo que caiba no bolso dos brasileiros.

A novidade faz parte de uma norma da Anatel que foi aprovada no ano passado, com essa norma o objetivo é que as tarifas sejam reduzidas gradativamente e que em 2014 os consumidores paguem até 45% menos nas tarifas telefônicas.

Hoje os consumidores pagam em média R$ 0,54 por ligação que é feita de uma linha telefônica fixa para um telefone móvel, em fevereiro o custo dessa ligação cairá para R$ 0,48 e em 2014 a previsão é que o custo da ligação fique em R$ 0,42.

A cada redução que for homologada, as empresas terão até vinte dias para se adequarem as novas regras.

Todas as empresas de telefonia são obrigadas a cumprir essa norma, em caso do não cumprimento, a Anatel já informou que tomará providências.

Fonte: Anatel

Por Jéssica Posenato


As combinações possíveis para novos números de celulares estão acabando. A previsão é que até o fim do ano já não hajam números disponíveis. Em São Paulo, a Anatel planeja criar um novo código de área para resolver o problema.

Aliás, não é só por lá que que as opções estão se esgotando. O mesmo pode acontecer em várias regiões do país. Por isso, é possível que a Anatel possa incluir mais um dígito em celulares do Brasil inteiro. A decisão final deverá ser tomada depois de uma consulta pública que irá até o dia primeiro de Julho.

A decisão de acrescentar mais um dígito, porém, deve ser mais trabalhosa para as operadoras, do que apenas criar uma novo código de área.

Isso tudo é resultado dos bons ventos que sopram no mercado de celulares e smartphones. Em alguns lugares do país a quantidade de aparelhos habilitados pode ser maior que o número de habitantes.

Por Maximiliano da Rosa

Fonte: Yahoo!


A ideia, a princípio parece um tanto estranha, mas o fato é que a Anatel está estudando uma maneira de criar um cartão para os celulares pré-pagos que não seja de nenhuma operadora. Esse cartão seria aceito por qualquer modelo de celular e o que é mais interessante: os créditos não teriam data de validade.

A intenção do governo com essa iniciativa é acabar com um problema que aflige a vida dos donos de pré-pagos, a expiração dos créditos. A prática é comum entre as operadoras, mas foi considerada abusiva pelo Ministro da Justiça, e também pelo Procon. Mesmo assim, tudo continua igual.

Não se sabe como as operadoras de celular serão afetadas com a criação do cartão da Anatel. De qualquer maneira, a agência só ainda não botou a ideia em prática por questões técnicas.

Por Maximiliano da Rosa

Fonte: Abril


Os telefones residenciais estão inovando, os aparelhos celulares estão inovando, e no meio de tanta modernidade, o consumidor está mudando a sua opinião em relação aos telefones. Em pesquisa realizada pela ANATEL, os consumidores dizem preferir o celular pré pago ao telefone residencial.

Tal opinião pode ser motivada devido ao controle de preço e de dinheiro que o celular pré pago oferece. Visto que só utilizamos o aparelho após colocarmos um valor qualquer de crédito, economizamos um pouco, já o telefone residencial, nós falamos, falamos e falamos, para no final do mês “assustar com a tarifa”.

A economia está ligada a preferência a maioria dos seres humanos gosta do que é bom e barato.

Por Mateus Silveira


Consumidor ganha com a concorrência

Depois da confirmação da ANATEL o desbloqueio de qualquer aparelho móvel é obrigatório por todas as operadoras, e com isso a concorrência no segmento de telecom aumentou ainda mais e quem ganha com isso são os consumidores.

Fique ligado nas promoções, vale a pena participar, economizar e ainda se achar melhor mude de operadora, você pode pedir o desbloqueio do seu celular na hora da compra, ou comprar um aparelho já desbloqueado, se não pretende comprar um aparelho novo é possível desbloquear um celular usado, basta procurar sua operadora atual e solicitar o serviço que é gratuito a qualquer momento.

A melhor promoção em vigor é a da Claro “Fale um Minuto e Ganhe 30” para celulares pré-pagos essa promoção garante muita economia, a promoção “Infinity Pré” da Tim da a vantagem de falar de graça depois do primeiro minuto. A dica é pesquisar e escolher a melhor para você, importante lembrar que algumas promoções cobram taxa para a participação.


Se você acha que sua operadora de telefonia móvel faz cobertura em todos os cantos do país, você está enganado. Existem cidades brasileiras onde o sinal de celular ainda não chegou.

Em Dolearina, Minas Gerais, as pessoas precisam subir nos telhados ou até mesmo em morros para fazer com que o celular pegue de alguma maneira. Senão, nada feito!

No dia 30 de abril de 2010 termina o prazo que Anatel estabeleceu às operadoras para que levem sinal de celular às cidades que ainda não o possuem.


Em abril a Anatel irá leiloar mais uma fatia do mercado e abrir nova concessão para empresas de telefonia móvel. As licenças leiloadas serão de terceira geração (3G) que possibilita à operadora Nextel oferecer banda larga para seus clientes.

A mais forte concorrente da Nextel será a GVT, que promete entrar de vez na concorrência de grandes e adentrar ao mercado de telefonia móvel.

Como a tecnologia de rádio da Nextel não oferece boa velocidade de navegação, a empresa acaba perdendo espaço para seus rivais pois este serviço é cada vez mais solicitado por executivos – público alvo e único da operadora.

Renomada entre os seus usuários (somente empresas e profissionais liberais) caso venha a atuar no mercado de celulares, certamente irá elevar o nível das operadoras atuais.

Por Jose Alberi Fortes Junior





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