Como Funciona o Seguro de Celular




Saiba aqui como funciona o seguro para celular.

Você já perdeu um celular? Teve o mesmo roubado? Ou, ainda, o danificou seriamente durante um mergulho ou uma queda? Essas situações são muito comuns no nosso dia a dia e, provavelmente, você já se enquadrou em uma delas em algum momento da sua vida. O que talvez você ainda não saiba é que existem seguros para o seu aparelho que realizam promessas de protegê-lo, retornando a você boa parte do valor em casos como esses que foram citados.

Porém, antes de sair assinando um contrato, é necessário tomar alguns cuidados para não entrar em uma fria. Por isso, de forma a auxiliar a sua tomada de decisões, nós te damos algumas dicas importantes sobre o funcionamento do seguro para o seu smartphone. Fique ligado em todas as informações.


Funcionamento do seguro de celular

Diferentemente do que ocorre com alguns outros tipos de seguro, aquele que é voltado para os celulares não funciona de forma permanente. Isso ocorre devido à obsolescência programada, que acaba depreciando muito rapidamente o valor de cada dispositivo. Por isso, é importante dizer que as seguradoras, de um modo geral, não aceitam os aparelhos que possuam mais de um ano de uso. Ainda, o período de cobertura tem a duração média de um ou dois anos, levando em conta quesitos como fabricante e modelo.

Logo que é acionado o seguro, após a ocorrência de um sinistro, é necessário que todas as condições sejam atendidas para que o usuário receba a sua parte no valor que é declarado com o aparelho. Esse deve ser comprovado por uma Nota Fiscal do produto, cuja apresentação se faz obrigatória.

É importante lembrar que há uma depreciação no total pago ao envolvido ou 75% do valor pago. Além disso, algumas seguradoras exigem o período da carência, evitando assim fraudes por parte dos usuários.


Casos de proteção

De uma forma geral, o usuário que tiver o seguro de seu smartphone receberá proteção em alguns casos específicos. Sendo assim, o primeiro deles envolve os danos físicos, como os danos causados nas próprias tentativas de roubo e furto, quedas, acidentes no trânsito ou, ainda, as quedas de raios.

Em caso de danos elétricos, engloba-se as descargas ou as oscilações na energia (quando, por exemplo, o celular está em processo de carregamento na tomada) e curtos-circuitos.

Na sequência, os danos por líquidos têm sido muito comuns, quando há quedas acidentais de água ou outros líquidos no aparelho e, ainda, quando há total imersão do mesmo em um local. Um caso muito comum é a perda de celulares por conta de mergulhos em piscinas.

Por fim, temos os dois casos mais preocupantes, o do furto qualificado e roubo. No primeiro, há a subtração do celular sem que, para isso, o usuário perceba o ocorrido. Já no segundo tem-se uma ameaça como origem. Em ambos os eventos, é necessário que o usuário apresente um Boletim de Ocorrência do fato, o chamado B.O.

Roubo e Furto

É importante deixar explicado que nem todos os seguros cobrem os casos de roubo e de furto. Portanto, há alguns planos que excluem as situações de furtos simples, como quando o usuário percebe que o seu celular foi pego sem ameaça.

Outro caso comum é a exclusão por seguradoras de cenários específicos para os furtos qualificados. Um exemplo muito comum é o do celular que é deixado dentro de um veículo.

Ainda há outras empresas que utilizam como deixa as alegações de que o portador do dispositivo não tomou todos os cuidados necessários para os casos de danos. Com isso, as mesmas se recusam a pagar pelo valor do seguro. Por isso, o órgão do Programa de Proteção e Defesa do Consumidor, o PROCON, faz importantes recomendações aos usuários que buscam utilizar um serviço de seguro de aparelhos de celular. Sendo assim, é importante que o contrato seja lido atentamente e, caso surja uma dúvida, evite a contratação de planos que possuam muitas lacunas. Uma sugestão é a busca de maiores informações diretamente com as operadoras de telefonia móvel. Isso porque algumas delas também oferecem seguros de aparelhos extremamente em conta e eficientes.

Kellen Kunz

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