Testes revelaram que o desempenho do chipset Exynos 8890 é melhor do que o Snapdragon 820.

O Galaxy S7 decepcionou recentemente, em testes quanto à autonomia da sua bateria nos dispositivos com o chipset da Qualcomm, o Snapdragon  820. Porém, a versão a ser vendida em solo tupiniquim é outra, e essa, aparentemente, apresenta um desempenho muito mais satisfatório para os usuários, segundo dados revelados pelo site Techspot, após a homologação do dispositivo no Brasil pela ANATEL.

Embora, nos testes, também tenha se percebido que a versão com o chipset da Samsung, Exynos 8890, possui um desempenho um pouco abaixo da versão com o Snapdragon 820. Para se ter uma ideia da decepção com a versão com o chipset da Qualcomm, o site PhoneArena realizou testes com essa versão e descobriu que ela é mais lenta até mesmo que o Galaxy S6, que, surpreendentemente, possui uma bateria menos potente que a do novo S7.

Na versão com o Exynos 8890, segundo o site Techspot que realizou testes em dispositivos com o chipsets, o desempenho é muito melhor do que no antigo Galaxy S6 e também, evidentemente, muito melhor do que os obtidos pelo S7 com o Snapdragon 820 da Qualcomm. Embora, vale ressaltar, os testes feitos com a bateria de smartphones com o chipset da Qualcomm, foram realizados por outro site, o PhoneArena.

Para se ter uma ideia de como os resultados obtidos foram diferentes, no teste do Techspot, o  S7 Edge conseguiu cerca de 7 horas de autonomia com brilho em cerca de 50% na tela e acessando a internet a cada 20 segundos, para simular o uso de um usuário real. Com esse resultado, o dispositivo acabou se tornando o mais potente em questão de bateria, com seus 3.600 mAh e a duração de 7 horas, em média.

Outro ponto extremamente positivo para os usuários é que mesmo sem o Quick Charge 3.0, desenvolvido pela Qualcomm, já que o Exynos não possui suporte a versão 3.0, o S7 Edge carrega em apenas 98 minutos, cerca de praticamente 1h 40min, acabando com a desconfiança dos usuários quanto a uma possível demora no carregamento do aparelho já o Quick Charge 3.0 presente.

O Galaxy S7 já está disponível em alguns países do mundo e segue sendo lançado em outros.

Por Paulo Henrique

Galaxy S7

Foto: Divulgação


Modelos solucionaram as diversas reclamações que os usuários fizeram a respeito de alguns pontos do Galaxy S6.

Demorou, mas finalmente a apresentação oficial da Samsung de seus novos smartphones high-end aconteceu na MWC (Mobile World Congress) 2016. Trata-se do Galaxy S7 e do Galaxy S7 Edge, os dois novos modelos tops de linha da marca sul-coreana, o que finda o fim dos rumores e especulações a respeito dos novos dispositivos da empresa.

Um dos focos da empresa para as novas versões do Galaxy S7 e Edge, foi solucionar as diversas reclamações que os usuários fizeram a respeito de alguns pontos do Galaxy S6, como a ausência de cartões microSD, que gerou uma onda enorme de reclamações na WEB.

A empresa voltou atrás, e agora nos novos dispositivos high-end da empresa, será possível usar cartões microSD de até 200GB, um valor bem alto e que deve agradar aos usuários que desejam guardar diversos aplicativos no smartphone. Agora, o smartphone também irá contar com resistência a água, permitindo que os novos smartphones da Samsung passem por até 30 minutos abaixo da água, mas, em apenas 50 cm. Não deixa de ser uma boa novidade para seus usuários, até mesmo porque a falta de tal resistência no S6 também foi motivo de reclamações.

Um ponto que certamente não deve agradar tanto os usuários, é a bateria do dispositivo. Muitos também reclamaram do fato da bateria do smartphone não ser mais removível desde o Galaxy S6, o que continuará nessa versão, porém, a empresa aumentou a potência de sua bateria, sendo que agora o S7 conta com 3.000 mAh e o S7 Edge conta com 3.600 mAh, um valor ainda baixo. Porém, vale lembrar que alguns dispositivos, mesmo com uma potência menor, conseguem obter um bom desempenho se bem otimizados.

Quanto às telas, o Galaxy S7 convencional, conta com 5,1 polegadas, e seu ''irmão'' S7 Edge, com 5,5 polegadas, ambas AMOLED e Quad HD. Uma novidade, é que os dois dispositivos irão contar com a função de manter a tela sempre ligada, para acessar algumas notificações e ver a hora sem necessidade de destravar a tela do aparelho, gastando apenas 1% por hora segundo a empresa sul-coreana na conferência. Ainda é possível ver o calendário com a função, sem ativar a tela do S7 e S7 Edge.

Quanto as câmeras, a empresa traz algumas novidades, como uma resolução menor, com 12 megapixels contra os 16 megapixels do S6, mas com uma abertura maior, agora maior com f/1.7, além do fato da empresa alegar que com menos pixels e maior abertura no sensor, é possível que, ao usuário tirar uma foto, os pixels acabam sendo maiores do em comparação com o Galaxy S6, por exemplo. Já a frontal conta com 5 megapixels.

O hardware, também evidentemente, não decepciona, já que conta com duas versões de chipset, uma com o Exynos 8890 com oito núcleos, sendo quatro desses com 2.3 GHz e outros quatro com 1.6 GHz e o Snapdragon 820 da Qualcomm, que é quad-core.

A empresa anunciou que cada região poderá contar com uma versão diferente em relação ao chipset.

Por Isis Genari

Galaxy S7 e Galaxy S7 Edge

Fotos: Divulgação


Uma versão poderá vir com o chipset da Samsung, o Exynos 8890, e outra com o chipset da Qualcomm, o Snapdragon 820.

Uma das boas novidades que teremos com o lançamento do novo high-end da Samsung, o Galaxy S7, é a possibilidade de escolhermos entre duas versões distintas em questões de hardware: uma que conta com o chipset da própria Samsung, o Exynos 8890 e outra versão que conta com o chipset da Qualcomm, o Snapdragon 820.

Recentemente, alguns benchmarks foram divulgados, possibilitando a comparação entre ambas as versões, que acabaram por nos mostrar que a versão do Galaxy S7 com o chipset da Samsung teve um desempenho abaixo do esperado quando apenas um dos núcleos de processamento estava ativado, embora o desempenho de ambos com todos os núcleos ativados, é praticamente o mesmo, com uma certa vantagem do chipset da Samsung, sobre o da Qualcomm.

Agora, buscando equilibrar o Exynos 8890 com o Snapdragon 820, a Samsung está buscando otimizar seu chipset para melhorar o desempenho com apenas um núcleo de processamento ativado. Quanto ao desempenho do chipset da sul-coreana quando todos os núcleos estão ativados, a empresa não deve fazer grandes alterações para melhora no desempenho visto que naturalmente, o chipset da Samsung será mais potente nesse quesito, visto que possui o dobro de núcleos em comparação com o Snapdragon 820.

A otimização do chipset single-core deve servir, também, para que o mesmo acabe se equiparando em desempenho com o GPU da placa gráfica do aparelho, o Adreno 530, que vem sendo extremamente elogiado e possivelmente pode ser melhor que o Mali 5880MP12, usado pela Samsung na versão com o Exynos 8890.

As informações são provenientes da rede social Weibo, extremamente popular na China e conhecida por acabar recebendo vazamentos de informações a respeito de lançamentos de novos dispositivos.

O Galaxy S7 será apresentado pela Samsung no evento ''Unpacked'', da sul-coreana que irá acontecer no dia 21 de fevereiro, antes da conferência MWC (Mobile World Congress) 2016 e deve contar com uma tela Quad HD de 5,1 polegadas na versão comum e 5,5 polegadas no S7 Edge, 4GB de RAM, com bateria de 3.000 mAh, 2 versões com memória interna de 32GB e outra 65GB novamente expansíveis por cartão microSD e o Android 6.0.1 Marhsmallow.

Por Isis Genari

Samsung Galaxy S7 release

Foto: Divulgação


Novo smartphone está passando por melhorias no sistema e deve ficar bem mais rápido.

Um dos grandes problemas dos celulares da Samsung sempre foi sua versão própria do Android, o Touchwiz. O sistema sofre a muito tempo com problemas de otimização e embora o problema tenha melhorado consideravelmente nos últimos tempos, muitos usuários ainda sofrem com a lentidão no sistema.

Porém, a Google se comprometeu com a empresa coreana a ajudá-la a otimizar seu sistema. E ao que tudo indica, os resultados vem agradando e muito, pois a promessa é de entregar um Galaxy S7 com um sistema mais veloz e otimizado que o IOS.

A Google estaria trabalhando no código do Touchwiz de maneira que se torne possível remover qualquer função que possa acabar causando lentidão ou problemas no Marshmallow, nova versão do Android.

Os consumidores que puderam comprar ou ao menos experimentar por algum tempo os últimos smartphones da empresa coreana, como o Galaxy S6 Edge Plus, tiveram a nítida impressão de que o sistema estava mais veloz, eficaz e leve do que nas versões anteriores.

Uma das possíveis causas da lentidão causada pelo Touchwiz é o fato do sistema da Samsung ser considerávelmente pesado, passando longe de ser uma versão pura do Android, como em muitos celulares da Motorola. O Android puro é basicamente um Android que não foi personalizado ou não sofreu quase nenhuma alteração por parte das empresas.

Mais uma novidade que deve estar presente no Galaxy S7 é que a memória expansível está de volta por meio dos cartões microSD, que havia sido removido das últimas versões, desagradando e muito os usuários.

Resta saber se a mudança irá valer apenas para o Galaxy S7 e as versões mais tops dos produtos da empresa coreana, ou também deverá vir para os modelos mais simples, os que mais sofrem com a lentidão e falta de otimização do Touchwiz, onde muitos celulares chegam até mesmo a travar constantemente.

Por Isis Genari.





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