Os Smartphones vieram realmente para mudar o mundo. Seja lá como for, o fato é que seu uso está sendo cada vez mais importante para todo o mundo e, claro está, para o Brasil. Pois bem, a verdade é que, por conta da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016, o Brasil será o palco de todo o universo. Todos os olhares estarão voltados para nós. O leitor, com efeito, deve se perguntar: mas o que os smartphones tem a ver com isso? Muita coisa. Em primeiro lugar, o país sempre teve problemas de estrutura e mobilidade. A grande novidade, no entanto, é que os smartphones podem assegurar a mobilidade na Copa do mundo Brasil FIFA 2014. A falta de segurança, as más sinalizações, entre outros pontos, são coisas que vão atrapalhar muito a estadia dos turistas em nossa nação. Os smartphones servirão como ferramentas para a polícia e para a população de modo geral, de forma que todos estarão mais bem situados em relação aos acontecimentos e no que diz respeito a esse fator fundamental que é a mobilidade urbana. As companhias áreas e outros setores oferecerão aplicativos para os turistas e pessoas interessadas. Já existem aplicativos de GPS que traçam rotas de acordo com condições do trânsito, podendo automaticamente desviar seus usuários de uma manifestação, por exemplo. Seu uso certamente será universal nesses eventos, até porque, de acordo com o relatório feito pela Analyses Mason, os smartphones, em 2014, são tão populares como os celulares, detalhe que assegura uma melhor comunicação, interação e mobilidade.

Os hotéis também poderão criar aplicativos para melhor informar seus hóspedes. Muitas são as opções que os smartphones podem trazer nesses períodos de Copa do Mundo e Olimpíadas no Rio de Janeiro. Seja como for, agora é esperar para ver se esses aplicativos funcionarão ou não em nosso país. De todo modo, pois, é uma estratégia para melhorar a mobilidade. Que os smartphones façam isso por nós. 


Até pouco tempo atrás parecia que o mundo girava em torno da Microsoft. Pelo menos em se tratando do universo da computação. Dia após dia acompanhamos a evolução do Windows. Aguardamos ansiosos por suas novas versões, cada vez mais pesadas e mais cheias de bugs. O que não impediu o seu domínio absoluto nos lares universo à fora.

Parecia que não havia vida além do Windows.

Enquanto isso, a Apple remava. Seu universo limitava-se ao ambiente, principalmente, das agências de publicidade e propaganda graças aos aplicativos de Desktop Publishing, como o Pagemaker e o Photoshop. Ter um de Apple Macintosh em casa era coisa de outro mundo.

E isso só mudou com o lançamento do iMac, que revolucionou a computação pessoal graças a seu design. (E nada mais, aliás). Mesmo assim, isso não foi possível para abalar o reinado da Microsoft no ambiente caseiro.

Então, a empresa comandada por Steve Jobs foi além e lançou o iPhone e mudou o modo como víamos a computação móvel.

Mas, e agora? Quem será capaz de nos mostrar que há vida além da Apple? Por enquanto, o Android, do Google é apenas uma promessa.

Por Maximiliano da Rosa


Celular, falta de privacidade?

Todo mundo tem celulares, a maioria das pessoas não vivem sem celular. Essa tecnologia é algo corriqueiro em nossas vidas, contudo isso é bom?

Se por um lado os celulares deixam a nossa vida mais prática, também tira um pouco a nossa privacidade, nós somos achados em qualquer lugar podemos até ser rastreado com a ajuda do GPS, contudo essa falta de privacidade adquire uma conotação negativa.

Inúmeros seqüestros relâmpagos são rastreados pelo GPS do celular. Se você vir algum crime, pode utilizar o seu celular e ligar para a polícia. Seus pais podem achar onde você está ligando para o seu celular.

A falta de privacidade não pode ser encarada como uma ação totalmente negativa. Vimos como esse instrumento pode nos ajudar em muitas situações da nossa vida, basta que tenhamos moderação, e não nos recusemos a sermos achados.





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