A empresa sul-coreana Samsung ainda continua liderando com folga o ranking de maiores fabricantes de smartphones do mundo. Outra empresa do país que aparece com boa parcela do mercado mundial é a LG. No entanto, mesmo correspondendo a 30,1% das vendas globais, pela primeira vez, ambas juntas foram ultrapassadas em volume por empresas do mercado chinês.  

Na China o mercado de smartphones está bastante aquecido com nove grandes marcas como Lenovo (que adquiriu a Motorola recentemente), Huawei, Coolpad, Xiaomi, TCL, ZTE, Vivo, Gionee e Oppo. Juntas, as empresas representam 31,3% dos smartphones vendidos no segundo trimestre de 2014. Tal informação foi divulgada pela Federação das Indústrias da Coreia.  

Há apenas dois anos, as empresas da China correspondiam em 14,6% do mercado, com cinco fabricantes globais. No mesmo período, as empresas coreanas tinham 34,8% dos smartphones vendidos.  

Estes números deixam claro que as empresas chinesas estão ganhando espaço por produzirem bons aparelhos e venderem para os consumidores por um custo inferior.

A vantagem conquistada pelas companhias chinesas deve aumentar nos próximos anos, visto que muitas delas pretendem explorar mercados em desenvolvimento como México, Índia, Indonésia e Brasil.  

Segundo a Federação das Indústrias da Coreia, as boas vendas do iPhone 6, da Apple, e os aparelhos chineses lançados com preços competitivos tiveram forte impacto na perda de participação no mercado das empresas do país. Um reflexo disso é a baixa venda do topo de linha da Samsung, o Galaxy S5, que teve números cerca de 40% inferior as vendas do modelo antecessor. Para tentar retomar o mercado, a sul-coreana pretende inovar na próxima geração de seu carro-chefe.  

A Xiaomi é exemplo do crescimento das empresas na China. No terceiro trimestre deste ano, a fabricante se tornou a terceira maior fabricante de smartphones do mundo, atrás apenas das gigantes Samsung e Apple, segundo dados da consultoria IDC. Para conseguir estar nesta posição a empresa adotou medidas bastante agressivas com aparelhos de ótimo desempenho com preços atraentes. A Xiaomi chegou ao terceiro lugar superando a também chinesa Lenovo e a sul-coreana LG.

Por William Nascimento

Xiaomi

Huawei

Fotos: Divulgação


O governo da China está sendo acusado de tentar “grampear” os clientes da Apple no país. Uma empresa sem fins lucrativos que monitora a censura na internet naquele país afirmou que as autoridades chinesas realizaram um “ataque malicioso” para obter informações de login de usuários do iCloud, no intuito de ter acesso às iMessages, fotos, contatos e demais dados armazenados na nuvem da Apple.

A empresa, que há algum tempo atrás divulgou ataque parecido ao Google, relatou que alguns navegadores disparam avisos de segurança antes de carregar a página do iCloud, mas outros – inclusive o popular e supostamente seguro “Qihoo 360”, não. Os usuários que ignorarem o aviso de segurança e acessarem a página terão que mudar para a autenticação em duas etapas para garantir a segurança de suas contas.

Ainda não está claro o porquê do ataque, bem como ainda não se tem como confirmar que o governo chinês é responsável por ele, mas provavelmente está ligado aos recentes protestos à política no país que têm ocorrido em Hong Kong, coincidentemente com o lançamento do iPhone 6 na China, que aconteceu na última semana, e ao recente bloqueio do Instagram no país, dessa vez sim, pelo governo chinês, visando prevenir que imagens dos protestos se espalhassem, o que gerou o rumor sobre a origem do ataque ao iCloud.

No início desse mês, em Hong Kong, já tinham sido identificadas evidências de softwares mal intencionados extremamente sofisticados voltados para iPhones desbloqueados, enquanto vários sites pró-democráticos foram hackeados na semana passada.

A Apple já tomou providências para proteger o iCloud e seus usuários, e começou a criptografar seus dados em solo chinês pela primeira vez, e toda a situação sugere que haja algum tipo de conflito entre o governo chinês e a Apple sobre algumas das características do novo aparelho da fabricante e suas funcionalidades.

iCloud

Foto: Divulgação


Parece que ainda não foi dessa vez que a ANATEL bloqueiou os celulares “Xing-Ling”. Os proprietários desses aparelhos ainda terão alguns meses para aproveitá-los.

Logo no início, a expectativa era de que o bloqueio dos dispositivos “Xing-Ling” (vistos como aparelhos pirata pela Agência Nacional de Telecomunicação) fosse feito por volta do início do mês de março de 2014. Essa informação foi divulgada pelo Sindicato Nacional das Operadoras de Telefonia e Serviço Móvel Celular e Pessoal (Sinditelebrasil), no mês de junho do ano passado.

Os dispositivos são denominados “Xing-Ling” por serem fabricados em território chinês e não serem homologados pela ANATEL, portanto, não possuem a autorização que permite o seu funcionamento de forma legal em nosso país.

Contudo, esse bloqueio só irá entrar em vigor após a realização da Copa do Mundo de 2014, que acontecerá durante os meses de junho e julho.

Segundo o porta voz do Sindicato Nacional das Operadoras de Telefonia e Serviço Móvel Celular e Pessoal, Sérgio Kern, os aparelhos trazidos de fora do Brasil pelos turistas também seriam prejudicados se esse sistema entrasse em vigor, pois muitos celulares comercializados no Exterior não estão no catálogo de dispositivos autorizados pela ANATEL e por esse motivo não estariam autorizados a operar corretamente.

As operadoras de celular não querem que os turistas tenham problemas na comunicação enquanto visitam o país.

De acordo com o Sinditelebrasil, os aparelhos comprados fora do Brasil funcionarão normalmente, desde que exista o mesmo aparelho catalogado pela ANATEL. Por exemplo, se um iPhone for comprado nos Estados Unidos, ele funcionará perfeitamente no Brasil, visto que já é comercializado legalmente por aqui.

Porém, é preciso ressaltar que os brasileiros que gostariam de comprar smartphones excelentes como o HTC One ou o Xiaomi Mi3, já não poderiam utilizá-los após esse bloqueio, pois tanto a fabricante taiwanesa HTC, quanto a chinesa Xiaomi, não operam em território nacional e por isso não possuem a homologação da ANATEL.

Por Júnior Beluzzo


Na última quarta-feira (04/12), apareceu um novo smartphone no site chinês da Samsung, o que mostra que o novo aparelho está chegando em breve à China, país com a maior população mundial.

O novo modelo chinês é chamado de Samsung Win Pro (SM-G3812), o que dá a entender que esse seja o sucessor do Win, modelo lançado no início de 2013. Até agora, não temos boas informações sobre o novo smartphone. Contudo, o Samsung Win Pro deve ter um design bem aproximado ao Galaxy S4 e configurações semelhantes ao do modelo Express 2.

Com relação à parte técnica, a principal diferença é seu processador Quad-Core de 1,2 GHz, display de 4,5 polegadas de resolução (960×540) e suporte para dois chips simultâneos. Além destas configurações, o Win Pro possui câmera traseira de 5 MP, já a câmera frontal (usada também para chamadas 3G) é do tipo VGA, de baixa qualidade. Também, está equipado com slot para microSD (a capacidade de armazenamento não foi divulgada ), bateria de 2.100 mAh, e provavelmente o sistema operacional será o Android 4.2 (chamado de Jelly Bean).

Não obtivemos informações concretas sobre a memória RAM e outros detalhes.  

Uma característica interessante que podemos dar destaque e que está presente no site oficial da Samsung na China é que o Win Pro também tem suporte para fotos com efeitos sonoros/sons.

Por enquanto, a Samsung não se pronunciou oficialmente sobre o novo smartphone, deste modo, não nos resta alternativas a não ser esperar para ter mais detalhes sólidos de quais são todas as verdadeiras características do Win Pro.  

Mas, se você estiver muito interessado sobre o novo gadget da Samsung, fique sabendo que não há informações de quando o aparelho deverá ser vendido fora da China, o que também inclui o Brasil nas vendas; nem mesmo foi informado o valor pelo qual ele será vendido na China.

Por André Barbosa

Samsung Win Pro

Foto: Divulgação


No dia 15 de janeiro, a Oppo, fabricante chinesa, lançou seu mais novo foblet com tela de 5 polegadas. Chamado de Oppo Find 5, o smartphone é bastante comentado na mídia desde que foi anunciado.

O smartphone chega, primeiramente, à China, mas já existe intenção de ser lançado no Ocidente, conforme informações da própria Oppo.

O Oppo Find 5 possui resolução Full HD (1080p) e processador quad-core, o que lhe dá um desempenho fantástico. As versões ocidentais serão lançadas primeiramente nos Estados Unidos e na Europa, sendo modelos com 16 GB e 32 GB, tal qual as versões disponibilizadas no mercado chinês.

Na China, o Oppo Find 5 no modelo com armazenamento de 16 GB custa 2.998 renminbis, que é a moeda local, o que é equivalente a mais ou menos R$ 1.000. Já a versão com 32 GB custa 3.500 renminbis, sendo cerca de R$ 1.140. Os modelos que deverão ser lançados nos EUA e na Europa deverão custar US$ 500 para a versão com 16 GB, e US$ 570 na de 32 GB, valores que equivalem a cerca de R$ 1.020 e R$ 1.160, respectivamente.

Ainda não há nenhuma informação sobre a possibilidade de lançamento do novo foblet no nosso mercado.

Por Guilherme Marcon


A China continua com seu processo de crescimento e inovação nas mais diversas áreas e a novidade do momento é o lançamento do sistema Beidou.

Esta novidade está disponível na região da Ásia e Pacífico e consiste no oferecimento de serviços de navegação por satélite.

Para isso, o Beidou (que significa Ursa maior em chinês) criado pelo governo da China usa uma rede composta por 16 satélites de navegação e deve possuir cobertura em todo o globo até o ano de 2020.

Fonte: Superdownloads

De acordo com analistas é muito difícil que o sistema de navegação por satélite da China consiga competir mundialmente com o GPS controlado pelos Estados Unidos, pois este último é gratuito, fácil de ser usado e com testes feitos ao redor do planeta.

Mas o grande motivo do surgimento do Beidou parece ser mesmo a proteção do território chinês contra um possível bloqueio do GPS pelos norte-americanos em virtude de suas políticas com atuações contrárias.

Fonte: France Presse

Por Ana Camila Neves Morais





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