O Galaxy Note 3, lançado após a linha Nexus e Moto G, irá ficar ainda mais rápido, segundo a empresa Samsung. O novo sistema operacional Android 4.4 foi utilizado no dispositivo móvel. No teste, houve melhorias em seu desempenho, com mudanças na interface do sistema e rápida resposta ao comando dado pelo usuário.

A atualização estará disponível dentro de algumas semanas, e começará pela Polônia. A build N9005XXUENA6 será disponibilizada para a versão do aparelho que possui o processador Snapdragon. Ela poderá ser instalada diretamente pelo computador, apenas conectando o cabo USB e checando manualmente via Kies.

A Samsung implementou melhorias ao Android “KitKat”, como é chamada a versão 4.4. As novidades foram criadas baseando-se em sistemas de empresas concorrentes, como o Windows Phone 8 e o Ios7. Na tela de bloqueio foram incorporadas duas novidades: a exibição da capa do álbum no reprodutor de música e um atalho para a câmera. Os ícones da barra de notificação, que antes eram verdes, agora estão na cor branca.

Segundo uma fonte com conhecimentos internos da Samsung, o SamMobile, a versão do Android do NOTE 3 já possui essa mudanças. O que falta agora é a correção de bugs no sistema, como travamentos de alguns aplicativos. Não foi citado os resultados oficiais dos testes feitos pelo fabricante, apenas a página se baseou na melhoria após a atualização.

Mas pode demorar algum tempo para chegar aqui no Brasil, visto que isso depende das operadores de telefonia do país e da empresa fabricante. Não há previsão para o lançamento da atualização do sistema pela Samsung. Mas é provável que o Galaxy Note 3 receba o novo Android nas próximas semanas. Todo o processo de atualização dos dispositivos móveis poderá durar semanas, dependendo da região onde os consumidores estão localizados. No Brasil, os consumidores terão que aguardar mais um pouco.

Por Danilo Gonçalves

Foto: divulgação


Samsung Galaxy Note 3 Mais uma vez o brasileiro terá que pagar um preço absurdo por um lançamento do setor de tecnologia.

A Samsung divulgou recentemente o seu mais novo smartphone top de linha, o Galaxy Note 3, que foi muito bem aclamado pela crítica especializada, não só pelo seu hardware potente (ele possui processador Snapdragon 800 de 4 núcleos, 2,3 GHz e 3 GB de RAM) como também pelas inovações de softwares dentro do aparelho.

Nos EUA a operadora AT&T realiza a venda do dispositivo pelo valor de US$ 300 (R$ 692) para quem fizer um contrato pós-pago de dois anos com a empresa. Já para quem deseja adquirir o aparelho sem compromissos com a operadora, o Galaxy Note 3 sai por US$ 700 (R$ 1.616).

No Brasil, o governo e as empresas de telefonia possuem a capacidade de transformar os valores do setor de tecnologia em algo quase impraticável, como o personagem mitológico Midas que transformava em ouro tudo aquilo que chegava às suas mãos.

O mesmo Galaxy Note 3 foi anunciado em um evento recente realizado pela TIM e chegará ao consumidor ao custo de R$ 2.800 no plano pré-pago. Já para quem quiser fechar um contrato com a empresa, deve pagar cerca de R$ 2.200.

A TIM também informou que quem adquirir o produto na pré-venda deve ganhar o Galaxy Gear, um smartwatch que, inclusive, foi muito mal avaliado pela imprensa especializada.

Por Ebenézer Carvalho


Todos nós estamos acostumados a ver aparelhos bloqueados que permitem apenas que possamos utilizar o cartão SIM de uma única operadora. Embora essa seja uma prática chata que visa somente o ganho financeiro das operadoras, podemos facilmente nos livrar desse problema adquirindo um aparelho desbloqueado, sem contrato com nenhuma empresa de telefonia. No entanto, usuários europeus da Samsung se depararam com um problema que vai um pouco mais longe e é muito mais delicado que o bloqueio imposto por operadoras.

A versão europeia do Galaxy Note 3 vem com uma trava que permite apenas que chips europeus funcionem no aparelho, impedindo que ele seja exportado ou vendido para outros países.

Para tentar explicar o motivo, a Samsung então liberou uma nota para esclarecer o motivo pelo qual estabeleceu o bloqueio. Segundo a empresa coreana: “a trava regional do chip SIM somente afeta os modelos produzidos no final de julho de 2013 das seguintes linhas: Samsung GALAXY S II, III, GALAXY S4, GALAXY Note S4, GALAXY Note 3 e GALAXY mini”. A empresa ainda revela que se comprados na União Européia, mas não ativados em nenhuma operadora da região, é possível que ele seja totalmente desbloqueado, basta levá-lo a uma autorizada da Samsung.

A única questão que permanece é: por que complicar tanto a vida do usuário?

Por Ebenézer Carvalho


Samsug Galaxy Note IIIAo que tudo indica, o novo Samsung Galaxy Note III pode ter uma das configurações mais poderosas dos foblets atuais, os híbridos de smartphones com tablets. Com uma tela super Amoled Full HD de quase 6 polegadas, o aparelho vem para se consolidar como um dos gadgets mais desejados, tanto pela sua estrutura quanto sua funcionalidade.

Ainda com a caneta inteligente S Pen, algumas funções como desenhos na tela e mensagens SMS “escritas” pelo usuário poderão ser encontradas, além do sistema Android 4.2.2 ou superior, dependendo do qual será lançado na época; câmera de 13 megapixels com estabilizador de imagens, 3GB de memória RAM e processador Snapdragon 800 Quad-Core, com 2,3Ghz, possibilitando um aparelho sem travamentos e com perspectivas de rodagem de jogos em alta definição tal como nos consoles de última geração. Outra função esperada é o modo de disparo de fotos com som, como já vistas no Galaxy  S4, em que o aparelho capta um trecho sonoro do ambiente fotografado.

Consumidores que buscam aparelhos com boas resoluções de câmeras terão seus pedidos atendidos, já que segundo fontes, a resolução das imagens poderá ser comparada às captadas em câmeras digitais. Além do sistema de estabilização de imagens, o gadget poderá contar com zoom de 3x. Ainda não foi confirmado se o sistema poderia afundar a concepção clean, objetivada pelos seus idealizadores, aumentando a parte física do aparelho em peso e tamanho.

A previsão é de que o foblet seja apresentado em setembro, em um dos eventos de tecnologia da Europa.

Por Junior Almeida





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