Países desenvolvidos, como Japão e Estados Unidos, perdem para o Brasil quando o assunto é velocidade da internet 4G.

A notícia pode soar estranha para alguns internautas, mas, segundo um relatório divulgado recentemente pela  OpenSignal, especializada em coberturas Wireless, diz que a velocidade da Internet 4G no Brasil, é maior do que em países desenvolvidos como Japão e Estados Unidos.

O relatório é extremamente bem detalhado, indo desde a velocidade de download, na qual o Brasil se destacou, até velocidade e cobertura por cada operadora disponível.

Segundo a empresa, o Brasil possui uma velocidade média de download no 4G, de 12 Mbps, ficando a frente tanto do Japão quanto dos Estados Unidos, países extremamente mais desenvolvidos, infelizmente e inclusive em tecnologia, que o nosso.

Tal fato, se daria pelo motivo de vários países mais desenvolvidos, terem criado suas primeiras e a grande parte, de sua rede LTE, já há muito tempo, o que faz com que a tecnologia utilizada nessas redes seja mais antiga e consequentemente lenta, do que a do Brasil, por exemplo, que possui redes LTE mais recentes e com tecnologias mais avançadas, o que garante maior estabilidade mesmo com um maior número de usuários utilizando a rede, o que acaba sendo um problemas em diversos países mais bem desenvolvidos.

Por outro lado, se a velocidade de download do 4G no Brasil, acabou surpreendendo muita gente, a cobertura das redes 4G, decepciona, ficando muito atrás de outros países, nesse caso, também do Japão e dos Estados Unidos, que possuem cobertura superior ao Brasil.

Apenas cerca de 53% do Brasil, em média, possui cobertura do sinal 4G, números bem inferiores se comparados com esses dois países. O Japão possui 90% de cobertura nacional, e os Estados Unidos, 81%. Nesse caso, o fato do Brasil possuir um território extenso, pode até ser usado como desculpa, mas é fato que, mesmo com o país sendo continental, ainda há um atraso enorme quanto a cobertura nacional.

Quanto aos números referentes às operadoras, o padrão é o mesmo, cobertura e velocidade de download. No primeiro caso, quem leva a melhor é a Nextel, que tem 56% de cobertura média do território nacional. Já quando o assunto é velocidade, quem leva a melhor é a Vivo, com 15 Mbps, seguida pela Oi com 13 Mbps. A Nextel, líder em cobertura nacional, conseguiu apenas 3 Mbps de velocidade média, perdendo feio quando comparamos o ''pacote'', já que a Vivo, por exemplo, líder em velocidade, possui 54% de cobertura nacional.

No ranking geral, os líderes são Cingapura e Coreia do Sul. Cingapura conta com 37 Mbps de velocidade média, estando bem a frente da Coreia do Sul, com 27 Mbps, enquanto perde em cobertura, tendo 83% do país com cobertura 4G, enquanto a Coreia do Sul possui 97% do território com cobertura 4G.

Por Isis Genari

Internet


Nova tecnologia Aware permitirá que smartphones se comuniquem sem acesso à internet.

Comunicação entre celulares mesmo sem internet? Essa tecnologia já existe. A Wi-Fi Aliance é uma organização sem fins lucrativos, que engloba empresas como Microsoft, Apple, Intel dentre outras potências modernas da tecnologia.

A Wi-Fi Aliance lançou recentemente uma plataforma com um novo padrão de tecnologia denominado Aware que permite que dois dispositivos, desde que geograficamente próximos, comuniquem-se e troquem informações entre si, mesmo sem a presença de um sinal de internet.  A tecnologia é parecida com o Bluetooth e o NFC, mas com um funcionamento otimizado.

O usuário pode estabelecer previamente as informações disponíveis de acordo com o seu perfil. A nova tecnologia levou cerca de três meses de pesquisa para ser lançada no mercado. O dispositivo que estiver utilizando a tecnologia Aware terá consciência de tudo o que acontece nas proximidades, mas só irá se conectar a fontes de informação realmente relevantes.

As funcionalidades do novo tipo de Wi-Fi permitirão dentre outras funcionalidades, que usuários próximos possam compartilhar seus arquivos, ter acesso a novos serviços ou até mesmo disputar partidas de jogos em modo multiplayer.

A tecnologia promete inovar a forma de conexão entre os dispositivos móveis. O Aware funcionará através da pesquisa do perfil do usuário na internet. O Wi-Fi estudará os acessos à rede mais frequentes para personalizar os serviços pessoais do usuário. Se o usuário interage muito com uma loja de vendas, por exemplo, o dispositivo o avisará assim que estiver perto de uma loja física. Além dessa funcionalidade, o novo tipo de Wi-Fi oferece inúmeras outras aplicações, que dependerão da criação e configuração dos aplicativos pelo usuário.

Todas essas funcionalidades são incríveis, mas deve existir um dispositivo de segurança que bloqueie o acesso de pessoas indesejadas, ou que peça a permissão para acessar o outro aplicativo, assim como nas funcionalidades com o Bluetooth. A empresa não divulgou detalhes sobre os padrões de segurança da nova rede.

A expectativa do mercado de tecnologia é que até o final deste ano as empresas de redes sociais já lancem aplicativos que funcionem com a tecnologia Aware. É o futuro chegando aos nossos smartphones.

Por Patrícia Generoso

Wi-Fi sem internet

Foto: Divulgação


A Anatel – Agência Nacional de Telecomunicações está cada vez mais rígida com a ação das prestadoras. Desde o dia 10 de novembro, os clientes das empresas de telefonia, internet e TV por assinatura terão mais transparência ao escolher uma delas. Isso porque elas deverão informar os preços dos serviços prestados e demais informações úteis aos usuários de forma simples, padronizada e gratuita. E não só é essa a novidade já que as prestadoras também terão de guardar as informações referentes a reclamações por até 3 anos, sem ônus.

Ambas as regras são parte do  Regulamento Geral de Direitos do Consumidor de Serviços de Telecomunicações (RGC) e já estão em fase de implementação. A regra que passou a valer no dia 10 estabelece a criação de uma ferramenta para a comparação de preços e ofertas oferecidas pelas empresas. Segundo a Anatel a medida foi tomada porque o consumidor tem dificuldade em escolher quais as ofertas são mais interessantes já que cobrança dos serviços de telecomunicações tem muitas variáveis.

Uma simples ligação entre operadoras pode ter preços diferentes de acordo com o local e horário, diz a Anatel. As prestadoras terão de disponibilizar de forma online ou por download as informações sobre os preços e ofertas disponíveis, as quais poderão ser usadas por quaisquer usuários para comparar preços e assim fazer a escolha mais adequada.

O registro de reclamações também será prolongado, devendo as prestadoras guardarem por até três anos as reclamações, pedidos e solicitações para depois serem fornecidas ao consumidor, sem nenhuma cobrança. E não é só isso, elas também terão de disponibilizar uma consulta online do histórico das demandas pelos os últimos seis meses. Devem estar disponíveis o protocolo de solicitação, data, horário do registro e da conclusão do atendimento, bem como a classificação, síntese e encaminhamento da solicitação. As informações deverão ser repassadas ao usuário por e-mail ou no site. 

Por Robson Quirino de Moraes

Novas regras da Anatel para as Prestadoras

Foto: Divulgação


Aqui no Brasil, quando a franquia chega ao fim, o usuário continua navegando na internet, porém, com uma velocidade bem inferior, mas essa prática pode estar com os dias contados, pois as operadoras pretendem adotar uma nova prática onde, no final da franquia, o cliente perca o acesso à internet, assim, a "velocidade reduzida", chegaria ao fim.

E a Vivo, maior operadora do país, com 79 milhões de clientes será a primeira adotar tal medida e a implementação ocorrerá primeiro entre os clientes que usarem celular pré-pago e futuramente será levado também aos usuários dos planos pós-pagos.

O pacote de navegação mais comercializado pela Vivo é o de 75MB, que custa R$ 6,90 por semana. Quando o cliente atinge o limite de 75MB a velocidade da internet é reduzida automaticamente. A partir de novembro, quando o cliente usar os 75MB ele simplesmente ficará sem conexão, a não ser que adquira um pacote adicional de 50MB pelo valor de R$ 2,99 sendo que deverá utilizar os 50MB nos próximos 7 dias.

As demais operadoras já estão trabalhando para implementarem esse novo método. A TIM e a Oi já estão estudando este projeto, assim como a Claro, para que todas possam fazer com que os clientes adquiram novos pacotes adicionais, sempre que usar toda a franquia.

Os clientes destas operadoras já estão reclamando de tal procedimento que é novo no Brasil, mas já é bastante utilizado lá fora, por exemplo, nos Estados Unidos assim como na Europa, o sistema funciona desta forma, quando a franquia termina é preciso adquirir o pacote adicional para continuar navegando, lá, não tem "velocidade reduzida". Nos Estados Unidos, um pacote comercializado pela Verizon, de 2GB custa US$ 60, cerca de R$ 150,00 e quando o cliente utiliza a metade da franquia, já recebe um torpedo alertando para ele adquirir um pacote adicional de 1GB pelo valor de US$ 15.

Os clientes não ficarão nada satisfeitos com esse novo formato, mas é uma tendência que não tem mais volta, então, é melhor se acostumar e principalmente, se adaptar ao novo formato.

Por Russel

Internet no celular

Foto: Divulgação


Entrou em vigor, a partir desta segunda feira, dia 23 de junho de 2014, o novo Projeto de Lei que funciona como uma Constituição para o uso de redes de internet no Brasil. Denominado como "Marco Civil da Internet", o projeto surgiu em 2009 sendo aprovado depois no dia 25 de março de 2014 pela Câmara dos Deputados, mas só foi sancionado pela presidente Dilma Rousseff no dia 23 de junho, e passará a estabelecer direitos e deveres para utilizadores de internet, empresas e internautas em geral.

Um dos principais objetivos da lei é a neutralidade de uso de rede (princípio de neutralidade ou neutralidade da internet), que dá o direito ao internauta utilizar todas as informações de tráfego da mesma forma, navegando com a mesma velocidade a qual foi contratada – neste caso, a velocidade de conexão depende exclusivamente do servidor em que está se conectando.

Outro princípio regido pela lei é a privacidade, que regulamenta a retirada de conteúdo da internet, bem como a proteção de dados com obrigações de responsabilidade civil aos provedores e internautas. Se empresas e entidades que oferecerem aplicações e/ou conteúdos em seus sites não acatarem ordens judiciais para retirar publicações "indevidas" deverão ser responsabilizadas por danos de terceiros.

O marketing dirigido também terá fim com o Marco Civil, pois as empresas com páginas de acesso não poderão espionar informações trocadas por usuários na rede. Isso também se aplica para fins comerciais e publicitários, para que estas empresas parem de enviar anúncios aos seus clientes e usuários sem uma devida permissão.

As informações e comunicações dos usuários da internet não poderão ter seu sigilo violado em hipótese alguma e os provedores serão obrigados a guardar todos os dados de acesso, como hora e data do início ao fim da conexão dos usuários, por um período mínimo de seis meses, sendo isto realizado em um ambiente devidamente controlado.

No texto da Constituição, o Marco Civil ainda defende que a internet é um meio fundamental para a liberdade de expressão, devendo ela auxiliar na comunicação de todos os brasileiros.

Por Daniela Almeida da Silva


As operadoras de telefonia, como sempre, estão deixando a desejar em seus serviços. Desta vez ficou por conta do serviço de internet móvel, onde a TIM demonstrou ser a pior colocada no ranking das prestadoras deste tipo de serviço.

A empresa ficou abaixo da média no mês de dezembro em 12 Estados e no Distrito Federal, em quesitos como a velocidade instantânea e a velocidade média da banda larga. E não foi só ela, a Vivo ficou abaixo da média em 08 Estados, a Oi em 7 Estados e a Claro em 4. Os serviços foram avaliados em 15 Estados e no Distrito Federal.

No Estado de São Paulo, a TIM foi a única prestadora que ficou abaixo da meta estipulada pela Anatel. No Estado, as prestadoras Algar Telecom, Claro, Oi, Vivo e Nextel atingiram a meta. Já no Rio de Janeiro, Claro, Vivo e TIM não atingiram o percentual de 95% na velocidade instantânea estabelecida pela Agência.

No serviço de banda larga fixa, as prestadoras Algar Telecom, Vivo e NET ficaram com médias abaixo das estabelecidas pela Agência na cidade de São Paulo. Os quesitos em que as empresas ficaram “devendo” foi de disponibilidade e perda de pacotes. No Rio de Janeiro a Oi ficou abaixo da média no quesito disponibilidade. As demais empresas atingiram as metas da Anatel.

Todas as empresas foram procuradas para prestar esclarecimentos sobre os dados fornecidos pela Anatel, contudo, somente a TIM e a Vivo se pronunciaram. A TIM afirmou ter ciência dos números e disse que está buscando atender as metas. A empresa também informou que está sempre atenta as melhorias e está priorizando a excelência e qualidade dos serviços, investindo em infraestrutura. Já a Vivo informou ser a única prestadora a oferecer planos de velocidade de 1,5 Mbps e entrega uma velocidade superior às demais prestadoras, dessa forma, as medições acerca do seu produto são maiores.

Por Robson Quirino de Moraes


A internet se tornou um mundo à parte onde tudo acontece e que já possui diversas histórias e evoluções para contar.

Pensando nisso, foi criado o “The Big Internet Museum” que conta todo o percurso da internet desde o seu início em 1969 até o momento atual de sua evolução.

O acesso a este museu é gratuito e está sendo oferecido por 24 horas sem interrupções exceto durante o carnaval no qual estará fechado.

Fonte: Casadideias

 

Dentre as relíquias presentes estão o ARPAnet que foi a mãe da rede de computadores como é conhecida na atualidade, o desenvolvimento dos e-mails e das comunicações pela internet.

Para mostrar toda a sua história o site fornece uma linha do tempo com informações e fotos sobre os fatos históricos mais relevantes.

Por Ana Camila Neves Morais


As inovações no mundo da tecnologia são cada vez mais impressionantes e desta vez a novidade vem do site Instructables.

Este portal destinado a projetos apresentou a idéia interessante de Amanda Ghassaei que criou uma forma de imprimir arquivos de música e ouvi-los em um som convencional.

Segundo a criadora, usando uma impressora 3D é possível realizar a conversão de qualquer tipo de áudio em um disco que possa ser tocado em aparelhos com agulhas.

As músicas impressas podem ser escutadas de forma normal, mas possuem acústica menor já que tem resolução de 6 bits e um áudio com qualidade de 11 khz.

Para quem desejar fazer esta experiência, Amanda disponibilizou no site Instructables as instruções necessárias para a impressão.

Por Ana Camila Neves Morais


O ano de 2012 está chegando ao final e, por isso, a rede social Facebook divulgou nesta quarta-feira, dia 12 de dezembro de 2012, uma página especial para seus usuários.

A novidade consiste em uma linha do tempo dos usuários com uma retrospectiva do ano de 2012 na rede social.

Esta alternativa permite que cada integrante do Facebook compartilhe seus melhores momentos bem como edite as imagens e informações criadas.

A alternativa informada pode ser acionada por meio do link “Veja a sua retrospectiva de 2012” com os 20 posts mais relevantes do usuário durante o ano com a maior quantidade de comentários à publicação.

Esta novidade pode ser tornada pública ou não pelo participante do Facebook que pode ainda excluí-la.

Por Ana Camila Neves Morais


Vou ser sincero: nem sempre os rumores que surgem na internet a respeito dos futuros produtos da Apple têm fundamento. Antes do iPad 2 ser lançado, por exemplo, muitos sites estrangeiros disseram que ele não teria o botão “Home”, o que acabou não se confirmando. Agora, surgem imagens de supostos cases do iPhone 5 na internet.

No caso desses cases que apareceram, não há nada de excepcional. Eles parecem muito similares aos modelos atuais, tendo os botões no mesmo lugar. E como os rumores na internet apontam que o iPhone 5 deve contar com poucas mudanças no design, é bem possível que o site Hardmac (o primeiro a publicar as imagens) possa estar certo.

O lançamento da nova versão do iPhone não deve demorar. Talvez seja lá por junho ou julho, no mais tardar. Até lá teremos que nos contentar com informações vagas e imprecisas. Uma confirmação da Apple antes da data de lançamento oficial? Nem pensar.

Por Maximiliano da Rosa





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