O fim dos tablets pode estar próximo. Empresas não investem mais em lançamentos e aparelhos podem estar ficando obsoletos.

Há já vários anos atrás, quando o primeiro iPad foi lançado no mercado pela maçã, Apple, houve um grande ''boom'' desses aparelhos no mercado, que ao que pareciam, iriam substituir os computadores, por serem mais portáteis, contarem com telas grandes, ótimas para leitura, navegação na internet e exibição de vídeo.

Na realidade, quando os tablets surgiram, eles substituíram os finados Netbooks, que se acreditava na época, tomaria todo o mercado dos Notebooks, mesmo tendo um hardware mais potente, por serem mais portáteis e fáceis de serem carregados, feitos para tarefas do dia a dia.

Porém, há 3 anos, esse mercado vem perdendo praticamente toda a força que havia conquistado com o iPad e outros modelos. Em 2015, não foi diferente. O número de vendas dos tablets foi novamente menor do que em períodos anteriores.

Em 2015, cerca de 206,8 milhões de tablets, foram vendidos, representando uma queda nas vendas em cerca de 10,1%, em relação ao ano anterior, 2014. Para se ter uma noção do tamanho desses números, no último trimestre de 2015, quando passamos por épocas festivas como o Natal e Ano Novo e número de vendas desses produtos costuma crescer, a queda foi ainda maior, representando vendas 13,7% menores em relação ao mesmo período, no ano de 2014.

Os dados são da IDC, que também diz que por outro lado, o último trimestre foi bom para o iPad Pro, da Apple e Surface Pro, da Microsoft, que atingiram a marca de 8,1 milhões de dispositivos, representando, mesmo com a queda na vendas dos tablets, o dobro de dispositivos se comparado com o ano anterior.

Porém, mesmo com esses dois dispositivos estando em alta, em um mercado que está cada vez mais em baixa, a tendência é que o fim dos tablets esteja cada vez mais próximo, visto que as empresas já sequer se preocupam em fazer lançamentos anuais e bem trabalhados desses dispositivos, estando boa parte dos tablets, ''paralisados no tempo'', contando com configurações de hardware de anos atrás, servindo nesse momento, como uma boa opção mais para usuários que desejam ler livros no dispositivo, uma das melhoras funções dos tablets.

Por Isis Genari

Tablets

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Cada vez mais, celulares simples estão perdendo mercado e sendo substituídos pelos smartphones.

O fraco desempenho econômico brasileiro também está refletindo na indústria de eletrônicos. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), o País obteve uma queda significativa nas vendas de celulares no primeiro semestre deste ano. Os dados da associação mostram que os números de aparelhos vendidos de janeiro e junho caíram 17%, para 27,4 milhões de unidades.   

As informações fornecidas pela Abinee representam os dispositivos vendidos pelos fabricantes aos varejistas e distribuidores em todo território nacional. O fraco desempenho no período teve impacto acentuado na retração de 78% referente às vendas de aparelhos convencionais, que ficaram em 2 milhões de unidades. Em 2014, no mesmo período, o número foi de 9,3 milhões de aparelhos "feature phones" vendidos.   

Os consumidores estão investindo cada vez mais em smartphones, o que diminui o interesse por celulares simples, sem muitas funcionalidades. A queda de preço, tornando-os mais acessíveis também contribuiu para a queda dos "feature phones".

No Brasil, a maior parte de toda a demanda tem sido atendida pela fabricante Positivo. Visto que a chinesa Alcatel One Touch deixou o mercado nacional, a empresa brasileira está aproveitando para desovar seu estoque. Desde a retirada a companhia estrangeira, a Positivo Informática viu suas vendas saltarem 422%, para 313,3 mil unidades no primeiro trimestre.   

Já os smartphones apresentaram um bom desempenho no semestre. Segundo a Abinee, as vendas conseguiram atingir crescimento de 8%, para 25,4 milhões de aparelhos. No entanto, no segundo trimestre as vendas sofreram com uma queda de 13%, reflexo do consumidor desconfiado com a economia. Os smartphones já representam 93% do mercado brasileiro. 

A indústria de smartphones espera se recuperar principalmente no quarto trimestre, onde as vendas de final de ano tendem a elevar as aquisições dos aparelhos. Vale lembrar que os últimos três meses do ano são os melhores para o mercado de telefones inteligentes.

Por William Nascimento

Venda de celulares

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Os objetivos da Xiaomi de estarem no território brasileiro estão cada vez mais próximos de ocorrerem. O brasileiro Hugo Barra, vice-presidente internacional da companhia, está fornecendo algumas informações no Facebook para dar ânimo aos consumidores locais, entretanto, uma grande dificuldade está sendo verificada por ela no Brasil, sendo a manufatura local e aplicação de impostos.

A grande meta da companhia é continuar com os valores idênticos que a Xiaomi adota fora do país no território brasileiro, também. Devido os impostos nacionais, os aparelhos móveis possuem valores inflados, onde pode-se citar o iPhone.

A Xiaomi, entretanto, deseja permanecer os valores competitivos também no território brasileiro, verificado que esta é a operação pioneira da companhia fora do continente asiático.

Mesmo que a Xiaomi esteja se empenhando para possibilitar que seus produtos sejam vendidos no Brasil, ainda não existe previsão da data para que os dispositivos estejam nas lojas.

Em pouco tempo a empresa irá iniciar as comercializações de seus acessórios no continente europeu. Como já é popular, a empresa utiliza o sistema de comercializações pela internet e, devido a isto, irá abrir um site de comercializações da companhia, entretanto, não irá colocar nenhum aparelho móvel para comercializar.

Segundo detalhes do CNET, a companhia também tem o objetivo de abrir uma loja com estilo idêntico nos Estados Unidos. Da mesma forma como no continente europeu, os objetivos serão acessórios e, desta forma, aparelhos móveis e outros produtos não terão disponibilidade. Os consumidores terão a oportunidade de adquirirem fones de ouvido, headphones e aparelhos vestíveis, como o Mi Band, que tem o valor de somente US$ 13.

No território brasileiro será um pouco distinto, onde haverá a possibilidade da compra dos aparelhos móveis da empresa, e possivelmente também estarão presentes acessórios.

Os brasileiros apenas estão em dúvida sobre os preços dos produtos, uma vez que a Xiaomi é famosa por seus valores baixos e o Brasil é famoso por ampliar tudo com vários impostos.

Por Felipe Couto de Oliveira

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Mesmo com a grande disponibilidade de marcas e modelos de smartphones no mercado, a Apple conseguiu a façanha de manter-se isolada no topo do mercado dos Estados Unidos, batendo o recorde no último ano e alcançando 50% do total de vendas de smartphones com o iPhone no último trimestre.

A pesquisa que trouxe esses resultados foi realizada pela Consumer Intelligence Research Partners e demonstrou que o iPhone sozinho representou cerca de metade do número de smartphones que foram ativados nos últimos três meses de 2014.

No mesmo período, porém no ano de 2013, as vendas do iPhone compuseram cerca de 48% do total de smartphones registrados, demonstrando que para 2014 houve um acréscimo de 2% no número de vendas em comparação às outras empresas.

Em segundo lugar, com uma diferença gritante da Apple, está a Samsung, empresa da Coreia do Sul, que compôs 26% do total de vendas nos meses analisados. Porém, diferentemente da Apple, houve uma redução de cerca de 5% da participação da Samsung no mercado.

Em terceiro lugar, a LG, que também distribui smartphones com Android, assim como a Samsung, teve 11% de participação nas vendas.

As demais empresas que vendem em solo estadunidense não passaram de 5% na participação do mercado. Dentre elas está a Motorola, a HTC, a BlackBerry, a Amazon e a Nokia.

Curiosamente, a Nokia, que agora pertence à Microsoft, rival histórica da Apple no mercado, possui apenas 2% de participação no mercado de venda de smartphone, mesmo com a gama de modelos da família Lumia disponíveis no mercado. Porém, com o anúncio recente do Windows 10 pela Microsoft, possivelmente essa porcentagem da empresa subirá um pouco no ano de 2015.

A empresa criada por Steve Jobs foi desacreditada depois de sua morte, porém ela mostrou que a fidelidade de seus clientes se manteve e continuou a inovar e manter a qualidade de seus produtos durante os últimos anos. O resultado pode ser confirmado com pesquisas e opiniões de usuários.

Por Rannier Ferreira Mendes

iPhone

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Economia estagnada e em crise, escândalos cada vez maiores na Petrobrás, nada disso tira o ânimo dos brasileiros quando o assunto em questão são os smartphones. É o que apontou um estudo divulgado pela IDC Brasil nesta segunda-feira (22).

Denominado de ”IDC Mobile Phone Tracker Q3”, o estudo apontou um crescimento nas vendas de aparelhos smartphones no Brasil no terceiro trimestre deste ano. Ao todo, no período referente aos meses de julho a setembro, foram comercializados cerca de 15,1 milhões de celulares smartphones.

Comparado ao segundo trimestre de 2014, esse número significou em um aumento de 11% nas vendas e, se comparado ao terceiro trimestre de 2013, as vendas destes aparelhos apresentaram um salto de 49%.

Ainda dentro deste terceiro trimestre, foram comercializados 4,7 milhões de aparelhos celulares com menos funcionalidades, os chamados “feature phones”.

Segundo o estudo, o fator que mais contribui para alavancar de forma tão expressiva a venda de smartphones no país, foi, sem dúvida, a queda dos preços destes aparelhos.

Há três anos, estes telefones repletos de recursos e inovações eram comercializados por cerca de R$ 900,00. Já no segundo trimestre deste ano, os valores de bons aparelhos deste segmento caíram para R$ 700,00, em média, e no trimestre seguinte, os preços tiveram uma queda ainda maior, chegando a custar cerca de R$ 590,00.

Outros dois pontos que contribuíram para este aumento foram às ações de marketing de algumas redes varejistas, que ajudaram a criar uma familiaridade com os consumidores, conquistando, assim, sua confiança e o crediário facilitado encontrado na maioria das grandes redes.

A expectativa é que este último trimestre do ano tenha um volume de vendas ainda maior, pois, somente no mês de outubro, foram comercializados em todo território nacional cerca de 7 milhões de novos smartphones. Isso significa que, só em outubro, foram vendidos quase a mesma quantidade de aparelhos que havia sido comercializada no ano inteiro de 2011.

O estudo realizado pela IDC Brasil identificou ainda que os consumidores buscam principalmente a famosa relação entre custo e benefício antes de concretizarem suas compras. Hoje, os brasileiros consideram que um bom aparelho não precisa ser aquele mais caro ou mais famoso encontrado no mercado e que boas opções de smartphones podem ser encontradas com preços variando entre R$ 450,00 a R$ 900,00.

Este estudo mostrou também que 91% dos smartphones de todo país utilizam o sistema operacional Android. Na segunda colocação, estão os aparelhos que utilizam o Windows Phone e na terceira colocação os aparelhos que utilizam o sistema iOS.

Em relação à tela, é crescente a preferência dos consumidores por aparelhos com displays superiores a 4 polegadas.

Ainda sobre telas maiores, o estudo do IDC Brasil projeta um crescimento de 15% nas vendas de aparelhos com telas acima de 5 polegadas, os chamados “phablets”, até o término deste ano.

Por André F.C.

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A Anatel – Agência Nacional das Telecomunicações – já homologou e autorizou a venda no Brasil do primeiro smartphone da chinesa Xiaomi, que já recebeu o apelido de "Apple da China", devido a semelhança entre seus aparelhos e os da empresa de Steve Jobs.

Trata-se do Redmi Note 4G, que provavelmente será o primeiro smartphone da companhia a chegar ao mercado brasileiro.

O certificado de homologação é um documento necessário que atesta os aparelhos para que estes fiquem de acordo com os parâmetros e as regras da agência. Apenas com ele, um produto de rádio conferência, como celulares, podem ser comercializados no país.

De acordo com o certificado de homologação expedido pela Anatel, somente os modelos importados serão vendidos aqui. O Redmi Note 4G será fabricado em na unidade fabril de Pequim, na China. Suas configurações não são nada modestas, principalmente pelo valor cobrado no país de origem. No mercado asiático seu valor é de 999 yuans, o que equivale a R$ 370.

O Redmi conta com um processador Snapdragon Quadcore, além da capacidade de armazenamento interno de 8 GB e memória RAM de 2 GB. A tela de 5,5 polegadas oferece uma resolução de 1280×720 pixels. Ele possui duas câmeras, sendo a principal de 13 Megapixels e a frontal de 5 MP. Ele vem equipado com uma versão modificada do Android 4.4 KitKat com aparência parecida com a do iOS, da Apple.

A companhia, desde o segundo trimestre de 2014, é a que mais vende aparelhos celulares na China, de acordo com a consultoria Canalys. A Xiaomi ultrapassou até mesmo a sul-coreana Samsung. Só entre os meses de abril e junho ela comercializou mais de 15 milhões de celulares.

Já existe um escritório da empresa no Brasil em São Paulo. Vale lembrar que o avanço da Xiaomi é de responsabilidade de um brasileiro. Hugo Barra é ex-funcionário do Google e hoje é vice-presidente da divisão internacional da Xiaomi. Ela é conhecida pelos aparelhos baratos e de bom desempenho.

Por Ana Rosa Martins Rocha

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A Apple, famosa fabricante norte-americana de eletros, em breve lançará um dos seus mais esperados produtos, o iPhone 6. O aparelho já está disponível na pré-venda do site da Apple em store.apple.com. O celular chega ao mercado brasileiro com um preço a partir de R$ 3.199,00.

Entre as principais inovações estão presentes duas opções do aparelho: O iPhone 6, com tela de 4,7’’ e o iPhone 6 Plus, com tela de 5,5’’. O valor do aparelho com tela mais extensa é de R$ 3.599,00.

As especificações técnicas podem ser encontradas no site, porém, a fim de auxiliar os futuros compradores, descrevemos aqui os principais destaques:

Em relação às cores, nos dois modelos, encontram-se as cores prateado, dourado e cinza espacial.

A capacidade de armazenamento varia entre 16 GB e 128 GB, sendo que quanto mais espaço de armazenamento possui o aparelho, maior será o seu valor para aquisição. Para se ter uma ideia, o aparelho de 16 GB custa a partir de R$ 3.199,00 e  o aparelho de 128 GB custa a partir de R$ 4.399,00.

O aparelho com 4,7’’ de tela pesa, em média, 129 gramas e o aparelho com 5,5’’ de tela pesa 172 gramas.

É importante destacar-se o fato de o iPhone estar mais fino. Alguns críticos já até geraram comentários do tipo que, se o aparelho for colocado no bolso da calça pode até entortar.

Entre as demais especificações destacam-se: Tela Retina HD, Tela widescreen Multi-Touch de 4,7 polegadas (diagonal) com tecnologia IPS e retroiluminada por LED, resolução máxima de 1920X1080 pixels, 401 ppi, revestimento frontal resistente à impressão digital, suporte simultâneo a vários idiomas e caracteres, alcançabilidade e zoom de tela.

As fotos, agora, terão mais vida. A câmera é de 8 megapixels com pixels de 1,5 µ com lente de cinco elementos com estabilização automática de imagens.

A nosso ver, o aparelho é sensacional, porém chega ao mercado com um preço elevadíssimo. Será peça rara nas ruas do Brasil.

Por Daniel Alves

iPhone 6

iPhone 6

Fotos: Divulgação


O Lumia 2520, o primeiro tablet da Nokia com o Windows RT 8.1 já está sendo vendido no Brasil pela quantia de R$ 2.600. Possuindo uma generosa tela Full HD nítida de 10,1’’, protegida com Gorila Glass 2 e otimizada para ambientes com muita luminosidade, ou seja, não importa a hora nem o lugar, você terá a mesma experiência sempre.

Produtividade em alta:

O tablet da Microsoft ainda virá com o pacote Office completo, assim você poderá editar seus textos, planilhas e apresentações com os já conhecidos programas da empresa: Word, Excel e PowerPoint. Ainda assim é possível utilizar o Outlook como cliente de e-mail, e com expansão de até 64 GB de memória, atualizar seus arquivos não  será problema, sem contar é claro com o recurso One Drive.

E para os que estavam preocupados com a bateria, você pode adquirir o Nokia Power Keyboard, que além de adicionar mais 5 horas adicionais de bateria, ainda ajuda na digitação de textos, afinal, é bem melhor digitar por teclas do que por sensores de touchscreen. O complemento é vendido separadamente e com preço sugerido de R$ 500,00.

Conectividade entre a família Lumia:

O Lumia 2520 pode sincronizar facilmente com outros aparelhos de sua família, é possível fazer streaming de fotos e vídeos com apenas um toque, os aparelhos praticamente conversam entre si. A sincronização de músicas também é feita da mesma forma. Destinos e locais salvos através do HERE maps também são recursos transferíveis.

Não sofra com baterias:

Se você não tem muito tempo para ficar carregando seu tablet e precisa urgentemente de utilizá-lo, o gadget é capaz de carregar 80% da bateria em apenas uma hora, recurso este que pode lhe salvar em uma situação justa. Imagine a uma hora da apresentação de seu trabalho de faculdade e o tablet fica sem bateria? Nunca mais.

Especificações técnicas:

  • Display AH-IPS de 10,1 polegadas com resolução 1920×1080 pixels;
  • Processador quad-core Snapdragon 800 de 2,2 GHz;
  • 2 GB de memória RAM;
  • 32 GB de memória interna (expansíveis em até 32 GB com cartões micro SD);
  • Lente fotográfica ZEISS de 6,7 megapixels;
  • Câmera frontal de 2 megapixels;
  • Bateria de 8.000 mAh com duração de até 11 horas;
  • Tecnologia de carregamento rápido que garante até 80% de carga em uma hora.

O Lumia 2520 é somente encontrado na cor preta aqui no Brasil. Pode ser comprado em lojas da TIM e nas principais varejistas do país. Se preferir poderá encontrar também nas lojas física e virtual da Nokia.

Por Felipe Henrique de Souza

Nokia Lumia 2520

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Na verdade, não dá muito para reclamar. O primeiro trimestre de 2014 apresentou números relativamente bons no que diz respeito a venda de smartphones. De acordo com os dados levantados pela Canalys, no período citado foram vendidos ao redor do mundo 279,4 milhões de unidades desses aparelhos.

Mesmo com números bons sendo apresentados no primeiro trimestre deste ano a uma certa decepção, uma vez que os números são um pouco inferiores ao período imediatamente anterior. Época em que as vendas alcançaram 289,6 milhões de unidades. Ou seja, isso é quase que 30% das vendas que foram efetuadas no mesmo período do ano passado.

No meio disso tudo aparece uma informação que já era esperada e tida como mais do que óbvia: O Android continuou com seu controle sobre as vendas. Para se ter ideia em termos numéricos o sistema do Google estava presente em cerca de 81% dos aparelhos.

Em segundo lugar vem o iOS, que domina uma pequena parcela de 16% já em terceiro lugar e com uma parcela bem mais inferior está o Windows Phone. O software da Microsoft está presente em inacreditáveis – mas esperados devido a sua impopularidade – em 3% dos dispositivos.

De acordo com o site The Next Webas informações levantadas pela Canalys também incluíram informações bastante importantes em relação ao tamanho das telas dos dispositivos. No período analisado pela empresa, 66% dos aparelhos que foram vendidos possuíam uma tela menor do que 5 polegadas, isso acaba incluindo todos os modelos do iPhone.

Com relação aos chamados “Phabets” que são aqueles smartphones com telas bem maiores que as convencionais as vendas representaram uma fatia de 12%. Desse número (12%) apenas o percentual de 2% são de telas maiores que seis polegadas. Já o restante, 22%, ficam com os smartphones de telas com tamanhos entre 5 e 5,4 polegadas.

Entretanto, é bom lembrar que houve um aumento no número de aparelhos com uma tela de tamanho igual ou superior a 5 polegadas. O crescimento apontado foi de 369%. De fato um crescimento notoriamente mais rápido do que o resto do setor.

A Samsung é a marca que domina esse segmento. Entretanto, outras empresas aos poucos vêm se embrenhando nesse campo e procurando seu próprio espaço, como é o caso da Sony, Huaweii, LG, entre outras.

Por Denisson Soares

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A versão compacta do smartphone LG G2 foi revelada na Mobile World Congress deste ano. No anúncio oficial do aparelho, não foram revelados muitos detalhes a respeito de quando os consumidores poderiam começar a adquirir o aparelho. No entanto, a companhia sul-coreana resolveu acabar de vez com o mistério e revelou que o modelo Mini do G2 será disponibilizado no mundo inteiro a partir de Abril, seguindo uma tendência já adotada por outras fabricantes como a conterrânea Samsung, por exemplo.

Inicialmente, o LG G2 Mini estará disponível em três versões para o consumidor além de quatro opções de cor: preto, branco, vermelho e dourado. A melhor configuração do novo modelo possui um visor de 4.7 polegadas qHD, processador Snapdragon de 1.2GHz, 1GB de memória RAM, câmera traseira de 13 megapixels e memória interna de 8 GB com possibilidade de expansão via cartão microSD.

Os preços ainda não foram divulgados pela companhia, que fará um anúncio local em cada país no momento da divulgação. O design do aparelho é bastante parecido com os outros aparelhos da companhia, com um botão traseiro que facilita a utilização da câmera, bem como de várias outras funções. Apesar de ser um lançamento, a qualidade da câmera deixa bastante a desejar se comparada com outros aparelhos da mesma categoria, que possuem ao menos a resolução de 720p. Outro fator que também não agrada muito é a sua espessura de 9.8mm.

Para os amantes da marca, resta aguardar o mês de abril para ver mais novidades do aparelho e saber se os preços no Brasil estarão compatíveis com o bolso do consumidor, já que o país tem o costume de cobrar valores absurdos para cada item de tecnologia recente lançado no país. Em abril, a LG também começará a vender globalmente o seu modelo G Flex, top de linha da companhia com tela curva, além de várias outras novidades.

Por Ebenezer Carvalho

LG G2 Mini

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A venda de smartphones tem crescido a passos largos devido à disponibilização de novos recursos.  Além disso, a nova safra de aparelhos também realiza o sonho do consumidor classe C, por custar menos.

Entretanto, declara a IDC, que os produtos com preços mais altos também têm sido bem aceitos, já que os números mostram um acréscimo nas vendas dos aparelhos mais caros.

 “A IDC acredita que existem dois movimentos de transição simultâneos no mercado. Quem tem um celular básico está migrando para um smartphone de entrada e quem já tem um dispositivo com dados, está comprando um smartphone mais robusto, mais premium”, explica Leonardo Munin.

Dos 10,4 milhões de aparelhos de smartphones vendidos no terceiro trimestre, 90% eram dispositivos com sistema Android. No acumulado do ano o percentual se mantém: os aparelhos Android são 90% do total dos 23,3 milhões aparelhos vendidos até o início de outubro.

No mundo, as vendas de smartphones para o consumidor final representam  quase 52% das vendas  de celulares no segundo trimestre de 2013. Desta forma, supera pela primeira vez a venda de featura phones, segundo dados do Gartner.

“Olhando para o futuro, temos a expectativa de outro grande salto nas vendas para o quarto trimestre e um novo recorde para o mercado de smartphones mundial”, afirma Leonardo Munin.

Existe a expectativa de que o mercado consiga estar próximo da impressionante marca de um milhão de aparelhos até o final de 2013.

Sobe também a aquisição de linhas pós-pagas, de acordo com a Anatel. Parece que o mercado está comprando mais linhas pós-pagas, cujas vendas superam 2012. O mesmo crescimento não aconteceu com as linhas pré-pagas.

De qualquer forma, existe a expectativa de que o Brasil deva terminar o ano de 2013 com 273 milhões de celulares ativos. 

Por Eliane Leivas

Vendas de smartphones

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Finalmente os brasileiros poderão colocar as mãos nos novos Gadgets da Maçã. Com certo atraso, menor do que o dos outros anos, as operadoras e a Apple comercializam oficialmente no Brasil os novos iPhones.

O primeiro e não menos importante é a versão c. O tão falado iPhone de baixo custo, realmente não era de baixo custo. Com a mesma configuração do iPhone 5 lançado no ano passado, porém com mais cores e uma carcaça de plástico, o novo brinquedinho da Maça tem versões de 16 e 32 GB. Seu preço é uma facada aos brasileiros: a partir de R$ 1.999,00, você leva pra casa o tão polemico aparelho. Já a versão de 32 GB, é comercializada pelo preço de R$ 2.399,00 diretamente no site da Apple Brasil.

O pior dos preços não é isso. O Iphone 5S, sucessor do 5, tem algumas melhorias consideráveis. Vem com melhorias nas câmeras, nova cor dourada que chega a saltar os olhos de tanto luxo e procura de status e principalmente um leitor biométrico e o primeiro processador que funciona em 64 bits. Porém todos estes luxos possuem um preço e eles não são baratos. Enquanto a concorrência não lança aparelhos com as mesmas especificações, os brasileiros terão que desembolsar na versão de 16 GB, o valor de R$ 2.799,00. Sim, você na leu enganado: R$ 2.799,00. Nas versões com maior espaço interno, o valor chega até R$ 3.599,00. E você não ganha barras de ouro!

Os preços praticados pela Apple no Brasil são simplesmente ridículos. Pra quem possui um iPhone sabe bem como o produto é de alta qualidade, porém o preço cobrado ainda é uma vergonha e não é justo pagar toda essa bagatela por um celular que possui apenas uma maçã atrás, mas nada. Aliás, existem melhores aparelhos com faixas de preço mais atrativas.

Na Loja da Apple você não encontra mais o iPhone 5 para comprar, pois ele foi descontinuado. Mas encontra o iPhone 4, do ano de 2010 à venda por R$ 1.099,00 com 8 GB de armazenamento interno.

Por Leandro de Souza

Iphone 5

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A companhia sul-coreana Samsung vem trazendo novidades de diversos tipos e parece que os planos estão correndo conforme planejados. De acordo com o jornal Huffington Post, a empresa bateu mais um recorde financeiro no último trimestre. Tudo indica que o lucro operacional da companhia está acima da expectativa do mercado.

Os resultados de julho a setembro de 2013 apontaram um lucro de US$ 9,4 bilhões (em doláres). Valor maior que os de US$ 9,3 bilhões esperados pela marca. Isso também significa que a quantia está 25% superior à do trimestre anterior. O que gerou um novo resultado para o número de vendas: 13% a mais. E por esse motivo, um outro recorde foi alcançado e rendeu mais de US$ 55 bilhões no orçamento.

No final do mês, o relatório completo com os valores será publicado. A Samsung não divulgou nada além disso. Mas, acredita-se que os números foram atingidos devido ao investimento da companhia em mercados emergentes. A sul-coreana tem se mostrado bastante atenciosa e empenhada a atingir esse público, trazendo novidades mais baratas, sem perder a qualidade.

Além disso, uma outra estratégia pode ter sido responsável por essas metas: a adoção de um portfólio que atenda a vários tipos de consumidor. 

Por Jaime Pargan


Os telefones inteligentes realmente foram bastante aceitos pelo público brasileiro. Como já era de se esperar, cerca de 46% dos aparelhos vendidos no país são smartphones. No total, são aproximadamente 29,6 milhões de unidades vendidas somente no primeiro semestre deste ano, um aumento de 12% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo a Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica).

Desse total, 15,9 milhões correspondem à quantidade de aparelhos comuns vendidos no país, uma queda de  22,6% em relação ao período passado. Já os smartphones chegaram ao número de 13,7 milhões de unidades comercializadas, equivalente a  99,6% se comparado com o primeiro semestre do ano passado.

Já em relação ao mercado de informática, também houve um aumento significativo de vendas: 10,4 milhões nos primeiros seis meses do ano, registrando um recorde de vendas também nesse setor. Os tablets ganham um destaque especial se analisarmos as vendas de cada segmento separadamente. Foram vendidas 3,3 milhões de unidades, o que representa um crescimento de 165% nas vendas sobre o primeiro semestre do ano passado e uma quantidade bem próxima do total de vendas desse tipo de aparelho em todo o ano de 2012.

Estima-se que em pouco tempo a venda de smartphones no país deverá superar a de aparelhos comuns. No entanto, a preferência por aparelhos mais antigos é compreensível, já que os preços são bem menores e a carga tributária também é mais baixa em relação aos smartphones mais comuns do mercado.

Por Ebenézer Carvalho


A história de que o Brasil cobra mais caro do que alguns países não vale só para o McDonald’s. Em um pesquisa realizada pelo site Bloomberg, o iPhone brasileiro é 57% mais caro do que o mesmo aparelho vendido nos Estados Unidos. Em um ranking de 20 países pesquisados, o país ganhou de lugares como a Malásia, por exemplo. Os americanos conseguem adquirir por um preço mais barato, em seguida pagando mais barato pelo aparelho vem o Canadá.

Para os que cobram caro, a lista divulga que os italianos chegam atrás do Brasil, seguidos pelos finlandeses. Em dólares, o iPhone brasileiro custa US$ 1.016,74; o italiano US$ 960,17; e o finlandês US$ 929,05. A República Tcheca fica na 20º posição com um aparelho de US$ 817, 80. Sendo que nos EUA sai por US$ 649; US$ 663,69, no Canadá e US$ 669,14 na Malásia. Quase a metade do preço.

O valor foi calculado em cima da tabela das lojas online da Apple em cada país pesquisado. Contanto com um dólar no valor de US$ 2,40 aproximadamente. Ao todo, 34 países foram consultados.

Por Jaime Pargan


Em um relatório da IDC divulgado recentemente as informações apontaram para um crescimento relativo no setor dos phablets. Ou seja, aqueles dispositivos que possuem telas entre 5 e 7 polegadas. De acordo com o relatório na região Ásia-Pacífico as vendas desse tipo de dispositivo ultrapassaram a de outros aparelhos tais como os tablets e os computadores portáteis.

Mesmo assim, com o crescimento e com grandes companhias do setor investido pesado na área, a Apple parece ainda estar dormindo no ponto.

Outra conclusão que podemos tirar disso é que o mercado para os dispositivos móveis acabou criando uma espécie de categoria intermediária entre os tablets e smartphones. A primeira empresa que se embrenhou nessa área foi a Dell, lá em 2010, quando lançou o Dell Streak, o smartphone da empresa com 5 polegadas. Na sequência outra poderosa da área aproveitou o caminho aberto: a Samsung com o seu Galaxy Note.

O que nos faz voltar os olhos para Apple é justamente o fato de que empresa disponibiliza o iPhone 5 com tela de 4 polegadas e o já conhecido iPad Mini com uma tela de 7,9 polegadas. Ou seja, se quisesse poderia entrar de cabeça erguida e sem passar vergonha nessa área. Mesmo assim, a Apple até agora não manifestou interesse na área. Porém, nada impede que seja esperado da empresa ao menos algum tipo de atualização de seus dispositivos ainda para o ano de 2013. O ainda quem sabe um iPhone 6 com tela maior para o ano de 2014.

Por Denisson Soares


Na segunda quinzena deste mês a Blackberry informou publicamente que o Conselho Administrativo da empresa anda trabalhando na intenção de encontrar “estratégias alternativas” que contribuam para o aumento do valor da empresa bem como de suas vendas. Uma das alternativas comentadas foi a venda da empresa o que para alguns não é uma boa ideia, principalmente para quem comprar.

Um dos principais nomes que acreditam nesse mal negócio é Jean-Louis Gassée, que além de ser um ex-executivo da Apple também já foi presidente da PalmSource. Nas palavras de Gassée, em entrevista para o jornal americano The New York Times, comprar a Blackberry seria um ato de necrofilia.

Para alguns não pode chegar a tanto, mas uma coisa é certa: Nos últimos tempos a empresa vem passando por uma tempestade que parece não ter mais fim. Mesmo que se coloque a Blackberry à venda não existem no mercado muitos investidores interessados na empresa.

Vale lembrar que no passado algumas das grandes companhias da área de tecnologia como a Microsoft manifestaram interesse na compra da empresa. Outro ponto que devemos levar em consideração é que mesmo havendo companhias de tecnologia de porte menor interessadas no negócio – até porque neste caso seria interessante para elas explorar a marca e suas tecnologias – outra barreira é levantada. O motivo aqui é que o governo do Canadá onde a empresa é sediada, que não é muito a favor desse tipo de aquisição uma vez que para ele haveria algumas implicações de segurança nacional.

Por outro lado, alguns especialistas na área sugerem que o que o fechamento do capital da empresa seria uma boa alternativa para dar tempo para que a mesma focasse em sua marca e em sua evolução sem ter que se preocupar a quantas anda suas ações no mercado.

Para se entender melhor em que tornado a Blackberry se encontra basta dar uma olhada em suas ações. Apenas neste ano, o valor das mesmas despecaram 19%. Em uma visão ainda mais significativa basta observar que em 2008 a empresa tinha um valor de mercado de US$84 bilhões e que hoje não passa dos US$4,8.

O que resta é desejar sorte para que a companhia tenha êxito com a nova linha de aparelhos Blackberry 10 e que consiga encontrar uma saída para o tormento.

Para saber mais sobre a Blackberry clique aqui e acesse o site da empresa em português.

Denisson A. Soares


De acordo com pesquisa realizada pela consultoria "Gartner", sobre a venda de aparelhos telefônicos, no segundo trimestre de 2013, os smatphones alcançaram 51,8% das vendas, à frente dos celulares comuns, que teve queda de 21% no mesmo período.

No segundo trimestre de 2012, foram comercializados 153,7 milhões de smartphones, enquanto na mesma época do presente ano, 2013, 225,3 milhões foram vendidos; se forem contabilizadas as vendas de celulares e smartphones no período supracitado, as vendas no mundo aumentaram em 3,6%, totalizando 435,1 milhões.

É a primeira vez na história que o mercado vendeu mais smartphones do que celulares simples, conhecidos com "feature phones", sobre os locais no mundo, que mais tem consumidores do produto, destacaram-se as seguintes regiões: Ásia/Pacífico, América Latina e Europa Ocidental.

Se depender do lançamento de aparelhos, os smartphones continuarão na liderança por muito tempo; um dos mais novos modelo lançado é o Moto X, da Motorola, que promete revolucionar o segmento.

Em relação às empresas, a Samsung é quem lidera as vendas no segundo trimestre de 2013, seguida pela Apple, LG, Lenovo, ZTE e outras; sobre os sistemas operacionais que mais estão em alta, o Android continua na liderança, à frente do iOS, Windows Phone, Blackberry, Bada, Symbian e outros.

Por Vinicius Cunha


A cada dia que passa, mais popoular fica o sistema operacional Android, tornado-se uma preocupação a mais para os concorrentes; segundo a última pesquisa da IDC, o citado software da Google alcançou a façanha de estar presente em quatro de cada cinco "gadgets".

A pesquisa da IDC afirma que praticamente 80% dos smartphones usam o sistema operacional Android, marca 10% superior ao ano de 2012; um dos principais motivos da liderança é sua presença em aparelhos de diversas marcas, principalmente na Samsung e na LG.

Se por um lado o Android vem conquistando cada vez mais espaço, por outro o iOS, sistema operacional da Apple, vem perdendo mercado, já que em 2012 estava presente em praticamente 17% dos aparelhos, e em 2013 caiu para 13,3%.

Como é a empresa de tecnologia com mais lucro nos últimos anos, a Apple não estava tão preocupada com a queda, mas começa a se incomodar com a situação, já que a Samsung vem numa grande crescente e estaria na iminência de alcançar o topo da área, e para deixar a Apple ainda mais receosa, a Google Play já é líder no quesito quantidade de aplicativos e downloads.

Por Vinicius Cunha


A partir do próximo ano, a operadora de telefonia NTT Docomo não poderá contar mais com o fornecimento de smartphones da empresa Panasonic.

A agência japonesa de noticias Kyodo informou que a marca decidiu parar a produção e o envio de celulares da categoria para a Docomo. Esta decisão foi tomada porque a Panasonic viu o número de vendas dos smartphones despencar perante uma estratégia de marketing da NTT Docomo, a qual oferecia descontos muito atrativos para dispositivos das marcas Sony e Samsung, visto a que eles são os que mais populares na operadora.

Parece que se a operadora não fizer mais pedidos para a Panasonic, este pode ser o fim da produção de smartphones e pesquisa de tecnologias para esses modelos. A NTT era a única responsável pelo canal de marketing da Panasonic.

Diante do foco da operadora em concentrar os esforços nas vendas dos Xperia A e no Galaxy S4, os modelos da empresa em questão foram deixados de lado, assim sendo, a divulgação dos mesmos ficou abafada.

No período de abril, maio e junho deste ano, a Panasonic teve um prejuízo de 5,4 bilhões de ienes no mercado japonês.

Por Melina Menezes


Pesquisas realizadas nas últimas semanas apontaram que a empresa sul-coreana Samsung bateu uma incrível marca com o seu mais novo smartphone, o Galaxy S4.

Segundo o que afirma as pesquisas a empresa alcançou a marca de pouco mais de 20 milhões de smartphones vendidos. O número alcançado representa mais que o dobro do volume de vendas esperado pela empresa sul-coreana.

Especialistas do segmento apontam que o responsável pela venda disparada foi um pacote promocional bem sucedido.

A menos de um mês a Samsung anunciou uma parceria com o Cantor e rapper Jay-Z e sua gravadora fornecendo o álbum Magna Carta inteiramente de graça e de forma antecipada para todos os usuários do novo Galaxy S4. A notícia, pelo visto, correu o mundo e todos se apressaram para comprar o smartphone da Samsung. Para baixar o álbum era necessário adquirir um aplicativo que possuía o mesmo nome do álbum, Magna Carta.

Os números não são oficiais, mas pelo andar da carruagem a empresa sul-coreana deve se pronunciar oficialmente nos próximos dias acerca das vendas do seu menino de ouro, o Galaxy S4.

Por Fernando Setoue


O mercado de celulares é um dos mais disputados do mundo. Hoje em dia, com efeito, parece impossível imaginar alguém que não tenha um aparelho celular. Há várias marcas e modelos para todos os gostos. Tem os celeurares mais baratos e simples e os caros, os que possuem tecnologias de alta definição e uma grande variedade de aplicativos e funções. Seja como for, desde que o celular virou muito mais que um acessório de moda, mais consumidores surgiram.

O celular foi evoluindo, e os clientes tornaram-se mais exigentes e curiosos, prontos para comprar os aparelhos. Mas vocês sabem, por acaso, qual é o telefone celular mais vendido de todos os tempos?

O Nokia 3120 é o grande campeão de vendas da história dos celulares. Esse modelo vendeu mais de 160 milhões de exemplares em todo o mundo. Esse aparelho foi lançado em 2004 e, como funções, era bastante simples.

Possuía apenas poucos jogos, um relógio mundial e um sistema comum de envio de mensagens. O preço, naturalmente, barato, alavancou o número de vendas desse Nokia que, de forma inquestionável, entrou na história por ser o celular mais vendido no mundo.

Por Madson Lima de Oliveira


A Sony lançou no Brasil seu novo smartphone, o Sony Xperia ZQ. Suas configurações o colocam como o top de linha da marca e um dos mais poderosos disponíveis no mercado. O aparelho deve brigar diretamente com o iPhone 5 da Apple e o Samsung Galaxy S4.

A capacidade de processamento do Sony Xperia ZQ é de 1.5 GHz pelo processador Qualcomm Snapdragon Pro Quad Core, a capacidade de armazenamento é de 16GB expansíveis através de cartão micro SD. O aparelho conta ainda com câmera principal de 13 megapixels e o display é de 5 polegadas (1920×1080). O sistema é o Android 4.1 (Jelly Bean).

Outro diferencial é a tecnologia Reality Display, que permite imagens melhores e o disparo de até 10 fotos por segundo pela câmera. Além disso, quem tiver em casa um televisor da Linha BRAVIA pode com apenas um toque visualizar os conteúdos do celular.

O preço inicial é R$ 2.049,00, o que colocaria, em um primeiro momento, o celular acima do teto que será favorecido pela isenção ainda em fase de regulamentação junto aos órgãos do governo. 

Por Bruno Hardt


Que os smartphones estão cada vez mais presentes no nosso cotidiano já sabemos, mas a grande novidade disso são os números que apontam que até o final desse ano cerca de 50% das vendas no mercado de telefonia no Brasil serão de smartphones. Esses são dados que o diretor de produtos da Samsung, Roberto Soboll prevê.

A Samsung, por exemplo, já possui metade de suas vendas voltadas para smartphones, sendo que cerca de 60 milhões de unidades da marca são vendidas anualmente no país.

O aumento em vendas de smartphones pode ser explicado pela necessidade do brasileiro de permanecer mais tempo conectado à internet. O celular "inteligente", como é denominado, permite que o usuário usufrua de milhares funções, dentre elas: GPS, sistema operacional avançado, conectividade com redes sociais e aplicativos que vão desde jogos até edições de vídeos e fotos.

O Brasil já é o quinto maior mercado da marca Samsung, e Soboll prevê que a chegada do sinal 4G levará de dois a três anos para cobrir o país.

Segundo o diretor de produtos, o 4G é uma tecnologia cara que demorará um pouco para se popularizar, praticamente o mesmo que aconteceu com o 3G que hoje está ganhando cada vez mais espaço e se tornando mais acessível a todos.

Por Jonathan Alves


Na primeira semana deste mês, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) divulgou a homologação do smartphone Lumia 620, da Nokia.

O aparelho, que roda com sistema operacional Windows Phone 8, é o smartphone mais modesto da linha, tendo o preço mais baixo. Entretanto, mesmo com a divulgação, a Nokia ainda não se pronunciou sobre qual é a data oficial de lançamento no mercado brasileiro.

Na Europa, o novo Lumia 620 – que veio para substituir o Lumia 710 – será lançado o quanto antes, mas sem data divulgada.

O site KnowYourMobile publicou um vídeo que mostra as funcionalidades – e as diversas cores – do gadget, que é muito bonito e tem uma boa performance. O preço de venda do 620 na Europa será apenas 150 libras, o que equivale a R$ 475 sem impostos.

Apresentado ao mundo em dezembro de 2012, o Lumia 620 é um aparelho bastante básico, possuindo display com 3.8 polegadas, memória RAM de 512 MB, câmera traseira de 5 MP, capacidade de armazenamento interno de 8 GB, processador Snapdragon S4 de 1 GHz com dois núcleos e bateria com 1300 mAh.

Ainda não foi divulgado o preço pelo qual o modesto Lumia será vendido no mercado brasileiro.

Por Guilherme Marcon


Os diversos tipos e modelos de telefones móveis presentes na atualidade tem cada vez mais opções e tecnologias.

No entanto, estava faltando um celular mais simples que atendesse a uma importante parcela da população mundial: idosos e crianças.

Pensando nisso, a Gradiente criou o SafePhone com números em tamanhos maiores – quase 1 centímetro – em uma tela de 1,8 polegadas com um display bem simples de ser manuseado.

Além disso, o novo aparelho possui uma tecla SOS que ao ser acionada manda mensagens e chamadas para números cadastrados bem como mostra a localização do aparelho por GPS.

Fonte: Htvdigital

Outras características interessantes são a câmera digital e a possibilidade de inserir um cartão de memória com até 16 GB.

O SafePhone que, apesar de não ser bonito é muito funcional e prático para o público ao qual se destina, pode ser adquirido por valores iniciais de 500 reais.

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta semana, o Facebook divulgou o teste de mais uma novidade para seus usuários. Desta vez a inovação consiste na oferta do envio de mensagens mesmo que não seja do rol de amigos na rede social.

Para garantir este envio será cobrado o valor de 1 dólar por mensagem enviada, sendo que este e-mail será inserido nas pastas de mensagens úteis evitando que as mesmas caiam em spam, por exemplo.

No momento, estes testes estão acontecendo apenas nos Estados Unidos e se surtirem os efeitos desejados pelo Facebook poderá ser estendido aos usuários da rede social espalhados em todo o mundo.

Por Ana Camila Neves Morais


A empresa Strategy Analytics divulgou pesquisa que mostrou a liderança no mercado de smartphones para o modelo Samsung Galaxy SIII.

Segundo o estudo, este modelo foi o mais vendido em todo o mundo durante o terceiro trimestre de 2012 com 18 milhões de aparelhos sendo comercializados e um lucro de 7,3 bilhões de dólares para a Samsung.

Com isso, a Samsung supera por enquanto a Apple no topo da lista, mas tudo pode mudar no próximo trimestre com as vendas do iPhone5.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


No final de maio deste ano a Sony anunciou o Xperia Acro S. Agora, o aparelho finalmente foi homologado pela FCC, Federal Communications Commission, órgão dos Estados Unidos que possui a mesma função que a Anatel no Brasil.

Mesmo que ainda não tenha sido divulgada a data oficial de lançamento do aparelho, a homologação pela agência mostra que o produto já está pronto para ser comercializado no país. Até então a previsão é que o aparelho seja lançado no terceiro trimestre de 2012.

As configurações do smartphone são muito boas, o que promete que o celular seja um forte concorrente no mercado. O Xperia Acro S conta com tela de 4,3 polegadas TFT Reality Display com resolução de 1280×720 pixels, sistema operacional Android 4.0, processador Qualcomm Scorpion 1,5 GHz dual-core, GPU Adreno 220, memória RAM de 1GB, 16 GB de armazenamento interno, câmera de 12 megapixels de resolução capaz de capturar vídeos em Full HD e Bluetooth 2.1 com A2DP.

A Sony ainda não divulgou o valor pelo qual o Xperia Acro S será comercializado, porém é bem provável que em breve novas informações sobre o produto sejam anunciadas.

 

Por Guilherme Marcon


Que o mundo tem mais aparelhos de celular que gente não é mais novidade, mas para 2012 a expectativa é que as vendas desacelerarão, ou melhor, que o crescimento das vendas diminua em relação aos anos anteriores.

Este ano a economia mundial está em baixa se comparado ao ano passado, o que desestimula os clientes a trocarem os celulares antigos por modelos novos, mas nem por isso as empresas estão desanimadas.

A Anatel divulgou que no ano passado o Brasil bateu o recorde de novas habilitações de telefonia móvel, foram quase 40 milhões de novas habilitações, cerca de 20% a mais do que as habilitações registradas em 2010. Isso significa que o país fechou o ano com aproximadamente 240 milhões de celulares habilitados.

Entre as operadoras de telefonia móvel, a empresa Vivo segue na liderança, seguida pela TIM, Claro e Oi, respectivamente.

Os modelos mais vendidos são os smartphones. Atualmente a maior fabricante deste tipo de aparelho é a Samsung, seguida pela Apple, que tem aumentado sua produção para voltar a liderar.

Por Jéssica Posenato


Conforme informações do jornal Reuters, a Google anda na frente em vendas de smartphones com seu sistema operacional embutido, o Android. A Nokia ocupa o segundo lugar no ranking com seu sistema operacional para celulares inteligentes, o Symbian, que antes detinha o domínio nesse nicho.

Conforme dados divulgados pela Canalys, empresa especializada em pesquisas, foram vendidos cerca de 32,9 milhões de celulares Android nos últimos meses de 2010.  Já em relação aos aparelhos com o sistema da Nokia, esse número foi de 31 milhões.

As estimativas são de que o Android tenha suas vendas aumentadas ainda mais durante os primeiros meses desse ano, período em que devem iniciar as vendas do novo modelo da Motorola, o Xoom.

Por Andrea Gomes


Na contramão do posicionamento da Apple, que não privilegia o mercado brasileiro na distribuição de novos produtos, a Google anunciou que irá começar a vender o Nexus S no primeiro trimestre de 2011 por aqui. O novo smartphone fabricado pela Samsung e que roda o novo sistema operacional Android, foi apresentado no dia 8 de dezembro nos Estados Unidos.

O aparelho que oferece uma série de recursos como suporte para a tecnologia NFC, que permite a utilização do smartphone como ferramenta de pagamentos, é a mais nova aposta da Google neste segmento.

O aparelho começará a ser vendido no dia 15 de dezembro nos EUA e custará US$529 desbloqueado. Ainda não se sabe se o Nexus S será vendido aqui no Brasil por meio de operadoras ou diretamente pela loja da Google.

Por Camila Porto de Camargo

Fonte: O Globo


Na última segunda a Microsoft lançou no mercado americano 10 modelos de smartphones com o sistema operacional Windows Phone 7. Os aparelhos, da HTC, Samsung, LG e Dell são a linha de frente da empresa na guerra por um lugar ao sol no mercado de smartphones. Aliás, a disputa da Microsoft é para recuperar o lugar que já fora do Windows Mobile.

No entanto, a julgar pelas vendas inciais, a guerra promete ser longa e árdua. Isso porque as vendas nos primeiros dias chegaram a 40 mil unidades. Esses números podem ser considerados um fracasso, já que o iPhone tem vendas diárias de 200 mil unidades e o Android, 270 mil.

Talvez seja cedo ainda para avaliar, pois os smartphones com Windows Phone 7 estão sendo vendidos apenas nos EUA. Já Androids e iPhones estão disponíveis em quase todo o mundo.

Por Maximiliano da Rosa

Fonte: Hot Hardware


A menos de duas semanas uma das datas mais aguardadas pelos casais apaixonados será comemorada. Trata-se do Dia dos Namorados, em 12 de junho, outra ocasião promissora ao comércio e suas várias vertentes. Inúmeras são as opções, desde as tradicionais e certeiras flores até as novidades tecnológicas.

Uma das alternativas é o celular, que além de possuir modelos a todos os bolsos no sentido financeiro, permite um contato mais constante entre os pares. Um levantamento da Fundação Getúlio Vargas (FGV) indica, por exemplo, que aparelhos móveis são um dos produtos que melhor obtiveram queda em seus preços no último ano.

A entidade revela que a média de queda entre as cidades foi de 9% num período de 12 meses, puxada amplamente pelo tombo constatado em Salvador, de 18,36%. Outro local com resultado expressivo é Belo Horizonte, com arrefecimento de 7,64%.

Fonte: Folha.

Por Luiz Felipe T. Erdei


É, se a gente colocasse alguns modelos de smartphone numa espécie de ringue de Box virtual, o iPhone daria uma surra nos concorrentes. A Nokia que o diga, aliás. Um dos seus modelos mais avançados, o N900, simplesmente vendeu quase nada em comparação ao iPhone.

Bom, quase nada pode ser um exagero. Nos primeiros cinco meses do ano, o N900 vendeu aproximadamente 100 mil unidades. A Nokia diz que são números bons, e que está satisfeita com eles. Mas convenhamos, parece muito pouco perto dos mais de 8 milhões de unidades vendidas pelo iPhone no mesmo período.

A vantagem é astronômica e reflete bem a diferença de potencial dos produtos da Apple em relação à concorrência. O detalhe é que a Nokia tem centenas de modelos de celulares diferentes, enquanto a Apple tem apenas duas versões do mesmo aparelho.

Enfim, para igualar essa briga, e não acabar na lona como quase aconteceu com a Palm, por exemplo, as empresas precisarão mudar algumas estratégias.

Por Maximiliano da Rosa

Fonte: G1


Steve Jobs afirmou que o vazamento de informações sobre o iPhone 4G nas últimas semanas podem causar milhões de dólares de prejuízo para a Apple. No entanto, parece que não é bem assim. Há rumores de que a empresa teria encomendado 24 milhões de unidades do novo celular da empresa. Isso sem contar com um possível modelo CDMA que deverá ser lançado.

Ou seja, Steve Jobs reclama, reclama, compra briga com todo mundo, mas no fim a Apple sempre lucra.

Aliás, a vida segue em frente. A fábrica do iPhone na China, a Foxconn pode ter chegado ao nono caso de suicídio. Há quem acredite que a culpa seja das condições de trabalho impostas aos trabalhadores.

De qualquer maneira, a empresa continua em operação, e pelo jeito vai ter que dar duro para dar contar de produzir o produto da Apple.

Por Maximiliano da Rosa

Fonte: MacWorld


 





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